sexta-feira, 10 de junho de 2011

PARABENS BOLSONARO

sábado, 4 de junho de 2011

 COMUNICADO Nº 217

Brasília, 1º de junho de 2011

UMA VITÓRIA DOS BONS COSTUMES,
DA FAMÍLIA E DOS CRISTÃOS



Iniciei, sozinho, a luta contra a distribuição do kit-gay, material composto por vídeos, cartazes e cartilhas e que sob o rótulo de material “didático” seria destinado para a garotada do 1º Grau. Foi uma luta desigual que fez com que me sentisse como um infante num campo minado recebendo fogos de todos os lados.

Vencemos e quero agradecer a todos que me apoiaram nesta causa que tinha como objetivo a defesa dos bons costumes, da família e dos cristãos.

Nesse período, superior a 6 meses, fui duramente atacado com ofensas, injúrias, infâmias e até mesmo calúnias. Ressalto, entretanto, que o pior de tudo foi ter sido chamado de mentiroso pelo Deputado Chico Alencar, do PSol/RJ. Em minha defesa, peço encarecida e tão somente que assistam o vídeo do link abaixo e o repassem para o maior número de pessoas a fim de que fique comprovado quem é o mentiroso. Link: http://www.youtube.com/watch_popup?v=UqOvBF_hC-w

Todos que apoiaram, inclusive financeiramente, a confecção do kit-gay, devem ter seus atos divulgados para serem julgados. As ideias e ações desse deputado do PSOL têm que ser de conhecimento público.

Hoje estive presente na manifestação, realizada à frente do Congresso, na qual evangélicos, católicos e adeptos de outras crenças e religiões, tendo à frente o Pastor Silas Malafaia, manifestaram suas convicções contra o PLC nº 122 que, a pretexto de combater homofobia, diferencia os homossexuais, em contradição com o previsto na Constituição, transformando-os numa categoria com inúmeros privilégios, induzindo a sociedade a entender que ser gay é motivo de orgulho e merecedor de proteção do Estado. Acesse o pronunciamento do Pastor Malafaia hoje na rampa do Congresso (Malafaia - Congresso - PL 122).

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Cordialmente,

JAIR BOLSONARO
DEPUTADO FEDERAL / RJ
www.bolsonaro.com.br

Exército se arma para defender o espaço cibernético brasileiro

Forças Armadas inauguram no segundo semestre o Centro de Defesa Cibernética, com cem militares focados na proteção das redes militares e governamentais

08 de junho de 2011 | 7h 00
    Bruno Lupion / SÃO PAULO - Estadão.com.br
    No final do ano passado, um vírus de computador criado para atacar o programa nuclear iraniano conseguiu danificar as centrífugas de enriquecimento de urânio de uma importante usina daquele país. A empresa que descobriu o vírus, batizado de Stuxnet, o definiu como o "protótipo de uma cyber-arma que dará início a uma nova corrida armamentista no mundo". O incidente revelou um novo campo de batalha aberto pelo desenvolvimento tecnológico - a guerra cibernética.
    Beto Barata/AE
    Beto Barata/AE
    CDCiber será equipado com simuladores para exercício de guerra cibernética
    Veja também:
    Alinhado à sua tradição pacifista, o Brasil não planeja lançar ataques nesse campo, mas começa a investir pesado na defesa do seu espaço cibernético. No segundo semestre do ano, as Forças Armadas inauguram seu primeiro Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), que reunirá cerca de cem oficiais do Exército em um prédio nos arredores de Brasília.
    "O mundo mudou, e hoje uma equipe de dez pessoas mal-intecionadas, com grande conhecimento, pode fazer estragos enormes em estruturas sofisticadas", afirmou ao estadão.com.br o coronel do Exército Luis Cláudio Gomes Gonçalves, que coordena a implantação do CDCiber. Uma vez inaugurado, o novo órgão será dirigido pelo general de divisão José Carlos dos Santos.
    O centro vem sendo preparado há cerca de um ano e terá como objetivo coordenar e integrar as ações de defesa cibernética do Exército, Marinha e Aeronáutica. Será equipado com simuladores para exercício de guerra cibernética, laboratório para análise de artefatos maliciosos na rede e centro de tratamento de incidentes.
    Gonçalves destaca duas características da guerra cibernética que dificultam as atividades de defesa. Uma delas é a assimetria, que faz com que uma força reduzida e bem treinada consiga causar danos em forças muito maiores. "Quanto mais sofisticada é a rede de um país, mais ela está suscetível a ataques cibernéticos", diz o coronel.
    O outro elemento é a anonimidade, que prejudica a identificação do autor do ataque. Em geral, a agressão virtual é realizada por meio de computadores-zumbis, pertencentes a usuários comuns, que nem sabem que suas máquinas foram invadidas e estão servindo a outras pessoas. Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
    PARTICIPE DESTA CORRENTE
    URGENTE!!
     O PCC, facção do crime organizado de São Paulo, seqüestrou hoje, em Brasília, os 81 senadores, inclusive o presidente do senado, Sr. José Sarney. Eles estão solicitando US$ 1.000.000,00 para as libertações. Se o valor de resgate não for cumprido em 24 horas, vão banhá-los com combustível e os queimarão vivos.
    Estamos organizando uma coleta e necessitamos da sua ajuda!
     
    Veja o que conseguimos até agora:
    -1.580 litros de gasolina Aditivada
    -1.320 litros de gasolina Premium
    -1.175 litros de gasolina convencional
    -1.250 litros de diesel
    -980 litros de biodisel
    -580 maços de caixas de fósforos
    -1.214 isqueiros
    -57 lança-chamas
    -1.108 sacos de carvão
    Pedimos para que não mandem álcool, pois há o risco do mesmo ser consumido pelo Presidente Lula.
    Se você apagar essa mensagem é porque não tem coração... Por favor, leia e repasse para no mínimo 10 amigos.


    O BRASIL PRECISA DE VOCÊ!!

    sexta-feira, 3 de junho de 2011

    PSDC - Partido Social Democrata Cristão

    Informo aos queridos amigos que fomos convidados e aceitamos assumir a Vice-Presidência Estadual do PSDC no Pará.
    Agradeço ao convite e a confiança de nosso Presidente Estadual ABRAÃO BENASSULY e estaremos trabalhando para expandir o partido em qualidade e quantidade e engrandecer o nosso Estado e Brasil.
    Vamos nos filiar ao PSDC é um partido voltado para a familia e para a defesa dos reais interesses do pais.
    PAULO BASTOS
    Vice presidente estadual do PSDC 

     SOCIAL DEMOCRACIA CRISTÃ! 

    domingo, 15 de maio de 2011

    Fundador da tropa que matou Osama é considerado uma lenda militar

    Veja só que pais é este?
    Se os nossos COMANF ( os comandos anfíbios dos fuzileiros) tivessem matado o Bin (no  Brasil é legal ser  intimo) sabe o que aconteceria?
    1)    Seria aberta uma investigação na ABIN e uma CPI no congresso  para descobrir quem tinha há atirado no cara sem dar oportunidade dele se defender?
    2)    O camarada CHAVES ficaria indignado que não tinha sido avisado
    3)    O ITAMARATY e sua camarilha protestariam contra a investigação e quebra de soberania de pais amigo.
    4)    O bolsa família iria amparar seus filhos e netos com uma baita pensão
    5)    O Bin seria aposentado e recebia a bolsa guerrilha
    6)    Tava até arriscado ele receber a ordem do cruzeiro do sul e ser nome de praça a rua em Porto Alegre
    7)    E a o mais importante a comissão da verdade ( não sei que verdade é esta ) iniciaria as  buscar para resgatá-lo do fundo do mar e dar a ele um enterro decente com honras militares e desfile na esplanada dos Ministérios, sendo saudado pela nossa companheira presidenta.
    Paulo Bastos, agora fiquemos com :


    Richard Marcinko vive em uma floresta perto da capital americana. Saiba como é treinada a tropa de elite que matou Osama Bin Laden.
      




       
    Na semana em que o terrorista mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, foi morto pelos Estados Unidos, uma reportagem do Fantástico mostra como funciona a tropa de elite que praticou a ação: o Time Seis, Team Six dos Navy Seals, responsável pela ação que matou o maior terrorista de todos os tempos.

    A tropa foi idealizada e fundada por Richard Marcinko, de 70 anos, que é considerado uma lenda militar americana. Na frente da propriedade onde Marcinko mora, na floresta perto da capital americana, há um aviso: invasores levam bala. Sobreviventes levam mais bala. Crianças compram bonecos dos seus tempos de ação. Sua autobiografia é um sucesso de vendas.

    Veterano do Vietnã, Dick Marcinko foi criado dentro da Tropa Especial da Marinha, os Navy Seals, as iniciais em inglês para operações no mar, ar e terra. Comandos que recrutam os mais fortes, os mais inteligentes, os mais determinados e mesmo assim, perdem 80% de seus homens nos dois primeiros anos, simplesmente porque eles não suportam a pressão.

    No final dos anos 1970, quando cidadãos americanos foram feitos reféns na própria embaixada em Teerã, no Irã, uma operação fracassada mostrou que nem os Seals estavam preparados o bastante.

     “Eu trabalhava no pentágono quando a missão no Irã falhou. Percebemos que precisávamos ter um time que combatesse exclusivamente o terrorismo. Fui nomeado o primeiro comandante”, contou Marcinko.

    Marcinko teve carta branca para recrutar a força especial que responde não à Marinha, e sim diretamente ao presidente dos Estados Unidos. Mas buscou apenas entre os Seals, que na época tinha só duas equipes. Então, por que essa foi a equipe seis, o team six?

     “Em tempos de Guerra Fria, resolvi chamar de time seis para confundir os russos. Assim eles ficariam se perguntando: ‘Onde estão os times 3, 4 e 5?”, explicou o veterano.

    Marcinko submeteu os já super bem treinados Seals ao inferno. Uma semana especialmente dura seleciona os candidatos. Os poucos que chegam lá formam um grupo unido, uma fraternidade impenetrável. “Somos uma família”, diz o fundador. “Uma espécie de máfia militar, que cuida dos seus e vinga os seus.

    Treinamento físico, humilhações, privação de sono. E tem que ser capaz de ter uma pontaria infalível nas piores condições: depois de nadar contra a corrente, sair de submarinos, saltar de paraquedas”.

     “É como os disparos que atingiram os piratas da Somália há dois anos”, lembra Marcinko. “Mesmo com o navio em movimento, você precisa acertar, porque senão o refém é morto e a missão está perdida”.

    Curso no Brasil
    Os Navy Seals estiveram no Brasil em 2010 durante um mês no Batalhão Tonelero, dos Fuzileiros Navais, no Rio de Janeiro. Eles fizeram um treinamento conjunto com o grupo especial de retomada e resgate. São 48 homens muito bem treinados que formam a elite dos fuzileiros navais.

    Onde os brasileiros treinam constantemente, os Seals construíram um cenário de combate a terrorismo urbano. Em imagens gravadas pela Marinha do Brasil, os Seals aparecem por vezes de camisas azuis, outras de bege. Foi uma troca de experiências importante para estes brasileiros, que nunca testaram suas habilidades em guerra.

     “Cada vez mais, quando executamos um exercício dessa natureza ou outro qualquer que possamos melhorar a nossa condição profissional, esse é o processo motivatório”, afirmou o comandante da Marinha Fernando José Afonso Sousa”.

    Ação contra Osama
    Construir cenários para treinamentos é padrão. Uma réplica da casa de Bin Laden foi erguida em Kabul, no Afeganistão. No local, o Team Six, formado por combatentes experientes, com pelo menos uma dezena de missões importantes, simulou todos os cenários possíveis. O criador do grupo explica que na missão para valer não há tempo para discutir “o que faremos agora?”. Eles já saem preparados para qualquer situação.

    Pouco depois da meia-noite do dia 2 de maio, hora local, dois helicópteros partiram de uma base militar americana em Jalalabad, Afeganistão, rumo a Abbottabad, Paquistão. Seriam helicópteros Stealth, invisíveis aos radares.

    Levavam 24 soldados e um cão farejador. Os helicópteros chegaram à casa de Bin Laden em menos de uma hora. Um morador ouviu o barulho e postou uma mensagem em uma rede social: “Helicóptero paira em Abbottabad a uma hora da manhã (é um evento raro)”.

    Doze homens desceram de um dos helicópteros e escalaram o muro de quase seis metros. O cão desceu pendurado em um dos soldados. O segundo helicóptero caiu ou fez um pouso de emergência. Nenhum dos 12 seals se machucou. Pelo rádio, as equipes pediram reforço. Em pouco tempo, mais um helicóptero chegaria. O cachorro procurava por explosivos, mas ele também poderia dar o alerta se alguém estivesse escondido em algum quarto secreto.

    Os seals precisaram abrir buracos em três ou quatro muros para chegar até a casa. Dentro dela, apenas um homem atirou neles: Abu Ahmed Al-Kuwaiti, o principal mensageiro de Bin Laden. Ele, outro homem e uma mulher foram mortos.

    Os seals então subiram ao terceiro andar. Não está claro se foi no local que mataram um dos filhos de Bin Laden. Finalmente chegaram ao quarto onde estava o chefe da Al Qaeda, a mulher, a iemenita Amal Al Sadah, e a filha dele, de 12 anos. Todos estavam desarmados, mas perto de Bin Laden havia um fuzil AK-47.

    A mulher tentou parar os soldados e levou um tiro na perna. E Bin Laden levou dois tiros: um no peito e outro na cabeça, acima do olho esquerdo. Nas roupas dele, estavam escondidos 500 euros e dois números de telefone.

     “Se Bin Laden tivesse se entregado, não teria sido morto. Aí, a única preocupação seria não ferir um refém”, explica Marcinko. “Em uma situação como essa, tudo o que se move é alvo. A ordem é atirar”. Os soldados então recolheram computadores e cinco celulares.

     “Neste momento, começa a segunda parte da missão, tão dura quanto a outra”, diz Marcinko. “Retirar o corpo de Bin Laden para comprovar que era mesmo ele. Uma missão mais fácil seria jogar uma bomba de mil quilos e explodir a casa. Mas aí, como provar que era Bin Laden?”

    Antes de partir, os seals incendiaram o helicóptero danificado. O fundador do Team Six explica que isso é padrão operacional. O objetivo é não deixar para trás equipamentos eletrônicos e informações tecnológicas. O mesmo internauta que registrou a chegada dos helicópteros gravou imagens das chamas. Um terceiro helicóptero veio recolher o corpo de Bin Laden. O tempo da ação foi de 40 minutos.

    Os americanos comemoraram o sucesso da operação, mas nunca vão saber a identidade dos homens que chamam de heróis. Até o agradecimento do presidente Obama foi a portas fechadas. “Matar Bin Laden é o sucesso de hoje”, avalia o veterano. “Mas em alguns meses, quando finalmente decifrarmos tudo o que foi recolhido na casa, que segundo a CIA era o centro de comando da Al Qaeda, veremos que o acesso a essas informações foi mais importante do que matar Bin Laden”.
      





    O ESTADO NAO PODE TUDO