quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

IANOMAMIS, A FARSA DE UMA NAÇÃO QUE NUNCA EXISTIU




Há quase 10 anos, quando iniciei na docência jurídica, bato na mesma tecla e sou contestado pela maioria de meus ouvintes: "de que no território do Brasil não existem outras nações que não a Brasileira". Tese refutada pela maioria dos ecos-ambientalistas xiitas, pois a eles interessa e muito cria falsos  antagonismos e quistos sociais no Brasil.
As nações desenvolvidas, como a França e Espanha, por  exemplo, que possuem nações autênticas em seu territorio, como os Bascos, Flamengos, Catalões e Galegos vivendo e sofrendo no interior de suas fronteiras, fazem questão de reprimir estes movimentos nacionalistas  por entenderem que elas comprometem a unidade nacional estabelecida legalmente.  Isto sem falar da Rússia e da China que simplesmente esmagam os grupos nacionais existentes segregando-os, deportado-os ou simplesmente eliminando-os fisicamente, o que pronto abominamos.
Somente no Brasil os sucessivos governos vermelhos ( ou com matizes cor-de-rosa) teimam em criar, sustentar e alimentar este e outors focos de tensão, na maioria das vezes chegando ao ponto de falsearem ou falsificarem a história como é o caso da dita “pseudo-nação ianomâmis", e saiem a criando adoidado e alocadametne reservas indígenas de tais pseudo- nações em detrimento da soberanoa nacional que é ameaçada por esta atitude.
O desgoverno brasileiro vermelho  agindo assim nas duas ultimas decadas vem assim a criar e fomentar estas minorias inexistentes no país, tudo com o intuito de confundir ludibriar e estabelecer um estado policial no Brasil. São estas minorias aventadas: as mulheres, os GLBS, os afro-descendentes, os sem terras; os sem tetos, os indígenas, os perseguidos políticos e qualquer outras denominção que interesse a esta corja de oportunistas que se abancou do poder.
Querem na realidade estabelecer uma democracia baseada no mensalão na troca de favores, num balcão de negociatas, num verdadeiro bazar turco como nunca dantes se viu, alimentando os sem vergonhas e caras-de-paus que ai estão a fraudarem a previdência e a esvaziarem os cofres públicos.  Uma quadrilha fora do São João a dançar e se esbaldar as nossas custas
Por derradeiro, quem nasce no Brasil é Brasileiro, seja índio, branco preto ou amarelo, rico, pobre, hetero ou gay, católico evangélico ou ateu. Vamos acabar com esta palhaçada de fomentar a discórdia onde não existe. Somos uma nação criada no longínquo Guararapes (1640-1648), berço de nossa nacionalidade. Aqui não existem diferenças marcantes entre os que nascem no sul, no nordeste, na Amazônia ou no cerrado, todos comungamos das mesmas crenças, ansiedades, esperanças e temos as mesmas desilusões e sofremos com a mesma corrupção.
A única nação autêntica e legítima dentro do Brasil que reconheço, apesar de botafoguense, e a Nação Corintianas....graças a Deus. Isto pode ser provado pelos milhares de adesivos que vejo nos carros a circularem por este Brasil afora “ Deus é fiel", ou seja, até ele reconhece-se como Corintiano. Amém. Paulo Bastos
Fiquemos pois com o texto abaixo que vem confirmar o acima por mim apontado.




Artigo :
IANOMAMIS, A FARSA DE UMA NAÇÃO QUE NUNCA EXISTIU
Recebi o artigo abaixo e li com atenção. As informações são mpressionantes. O autor, o almirante Roberto Gama e Silva, relata que a tal grande nação ianomâmi, que pega parte do Brasil e parte da Venezuela, na verdade seria uma grande farsa. O que existe naquele imenso território, explica o artigo, é uma série de diferentes tribos que nada teria a ver umas com as outras. Segundo o autor, foi um jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS”. Não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização “Christian Church World Council”, sediada na Suíça, escreve o autor. Leiam e tirem suas próprias conclusões:

IANOMÂMI! QUEM?
por Roberto Gama e Silva
Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado “IANOMÂMI”, nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas.
Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra “ianomâmi” era um nome genérico aplicado ao “ser humano”.
Recentemente, caiu-me nas mãos o livro “A FARSA IANOMÂMI”, escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto,
Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.
Menna Barreto procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma “nação” indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro “Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.
Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.
Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos “Gigantes da Nacionalidade”, embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”
Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de “Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão”, prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.
Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.
Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.
Um desses trabalhos denominado “O VALE DO RIO NEGRO”, classificado pelo Chefe da “Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão” como um subsídio para “a geografia física e humana da Amazônia”, foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação “IANOMÂMI! QUEM?.
No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que “são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas”. Prossegue o autor: “Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos”. Também os índios “TUCANOS” constituem uma família a parte, complementa o trabalho.
Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo “IANOMÂMI”.
Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome “IANOMÂMI”. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos “IANOMÂMIS”.
Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo “TUCANO”, pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os “IANOMÂMIS” também não apareceram entre os “TUCANOS”.
Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas “MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS”, que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos “IANOMÂMIS”.
Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo “não existiu e não existe” senão nas mentes aedilosas dos inimigos do Brasil.
Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “IANOMÂMI”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.
Interessante ressaltar que a jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS” não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL” sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.
Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das “Diretrizes” da organização referentes ao BRASIL: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.
Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL”, ao incentivarem a “invenção“ dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.
Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de “Reserva Ianomâmi” deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos “aruaques” e ‘caribes’.
Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

DESTA CAMAPANHA EU FAÇO QUESTÃO DE PARTICIPAR E VOCE????

REPASSO COMO RECEBI VIA –EMAIL, pois acho lógica a proposta e bastante honesta




De tanto ver triunfar as NULIDADES;
De tanto ver prosperar a DESONRA,
De tanto ver crescer a INJUSTIÇA,
De tanto ver agigantarem-se os PODERES NAS MÃOS DOS MAUS,
O homem chega a DESANIMAR-SE DA VIRTUDE,
A RIR-SE DA HONRA
E a ter VERGONHA DE SER HONESTO
(Ruy Barbosa!!!!!)

Sra. Presidenta da República
O negócio é repassar esse e-mail à 110.000.000 de eleitores. Duvido que a coisa não mude!!!!
Excelentíssimo  Sr. Presidente da República Federativa do  Brasil.
Manifesto meu total apoio ao seu esforço de modernização do nosso país.
Como cidadão comum, não tenho muito mais a oferecer além do meu trabalho, mas já que o tema da moda é Reforma Tributária , percebi que posso definitivamente contribuir mais.
Vou explicar: 
Na atual legislação, pago na fonte 27,5% do meu salário...
Como pode ver, sou um brasileiro afortunado. Sou obrigado a concordar que é pouco dinheiro para o governo fazer tudo aquilo que promete ao cidadão em tempo de campanha eleitoral.
Mesmo juntando ao valor pago por dezenas de milhões de assalariados!
Minha sugestão é invertermos os percentuais:
A partir do próximo mês autorizo o Governo a ficar com 72,5% do meu
salário...
Portanto, eu receberia mensalmente apenas 27,5% do resultado do meu
Trabalho mensal.
Funcionaria assim: Eu fico com 27,5% limpinhos, sem qualquer ônus...

O Governo fica com 72,5% e leva as contas de: 
-Escola; -Convênio médico ; 
-Despesas com dentista; 
-Remédios; 
-Materiais escolares ; 
-Condomínio; 
-Água;
-Luz ; 
-Telefone; -Energia; 
-Supermercado ; 
-Gasolina;
-Transporte Escolar ou Coletivo, como preferir 
-Vestuário; 
-Lazer ; 
-Pedágios; 
-Cultura; 
-CPMF; 
-IPVA; 
-IPTU; 
-ISS; 
-ICMS;
-IPI; 
-PIS; 
-COFINS ; 
-Segurança;
-Previdência privada e qualquer taxa extra que por ventura seja
repentinamente criada por qualquer dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Um abraço Sra. Presidenta e muito boa sorte, do fundo do meu coração! 

Ass.: Uma trabalhadora que já não mais sabe o que
·         fazer para conseguir sobreviver com dignidade. 
·         PS: Podemos até negociar o percentual !!! 
Agora vejam só a farra do Congresso Nacional :

Salário:................................................... ........R$ 12mil; 
Auxílio-moradia..............................................R$ 3 mil; 
Verba para despesas "comprovadas"...............R$ 7 mil; 
Verba para assessores...................................R$ 3,8 mil; 
Para 'trabalharem' no recesso.................. .......R$ 25,4 mil; Verba de gabinete mensal..............................R$ 35 mil; e mais 
Transporte: Passagens aéreas de ida e volta a Brasília/mês; 
Direito a "contratar" 20 servidores para seu gabinete; 
13
º e 14º salários, no fim e no início de cada ano legislativo; e 90 dias
de férias anuais e folga remunerada de 30 dias.

ISSO PARA CADA UM DOS 514 DEPUTADOS !!!!
Esse dinheiro sai dos cofres públicos, ou seja, do nosso bolso !!!

Mostre sua indignação e envie este texto a todos os seus amigos e conhecidos para que protestem junto aos deputados federais e senadores.

TENHA SANTA PACIÊNCIA! ! ! ! PROTESTEVOCÊ
!!!!!! MANDE ESSA MENSAGEM A TODOS DE SUA LISTA !!! 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A lei hilária................

Sinceramente eu não sei se os caras que fazem as leis são burros ou mal intencionados mesmos......Este pais nunca será um verdadeiro pais sem educação, e aprendemos, e é verdade, que educação se traz de casa.............essa lei da palmada no mínimo é HILARIA, senão vejamos o excelente artigo abaixo .
PAULO BASTOS


A Educação é um processo civilizatório de dez mil anos...

Francisco Daudt
Palmada
Há um fato que a maioria de nós não sabe ou esquece: o exercício da autoridade, ou das leis, se baseia, em seu extremo, no uso da violência. Como não pode existir lei sem a punição correspondente, senão ela será desprezada, a punição vai, desde a ameaça, à execução de castigos, é por isto que precisamos de força armada, como o visto nas ocupações das UPP nos morros do Rio.
Há mais de 10 mil anos o homem vive em cidades. Convive com pessoas que não são de sua família, nem de sua tribo. Antes disto, qualquer contato com estranho resultava em luta mortal. Estranho = inimigo. É fato até hoje, na Papua - Nova Guiné, se dois estranhos conversando não descobrirem parentes em comum num encontro, partem para um embate mortal.
Como foi possível, pois, a convivência pacífica de estranhos em cidades? Pela instituição do Estado, que se tornou monopolista da violência. Pela invenção das leis. Pelo estabelecimento das punições aos transgressores. O Código de Hammurabi impunha punições bárbaras: "Olho por olho, dente por dente". As leis e as punições foram se tornando mais civilizadas, mas o princípio do monopólio da violência pelo Estado continua sendo um dos pilares da democracia. Você tem uma contenda com seu vizinho? Traga-a ao Estado, pois se você quiser resolvê-la com suas próprias mãos, você será criminoso também. Há exceções: legítima defesa e violência consensual .
Então, por que eu sou contra a lei da palmada? Imagine levar uma criança transgressora às barras do tribunal para que o Estado a punisse. É coisa de doido.
Defendo que a palmada (que promove mais susto do que dor ou lesão) seja igual à atitude dos gorilas, que impõem sua autoridade ao bater no peito, no urro e no avanço assustador sobre o oponente, sem danos físicos. Eles só dizem: "Eu sou mais forte, eu estou no comando".
Castigos que causam lesão já são punidos por leis. Uma família não passa de um pequeno Estado, com chefe responsável pelas leis e as punições que impõe. Nascemos pequenos trogloditas, a educação é um processo civilizatório. Dez mil anos em alguns. Não precisamos da tutela do Estado maior para dirigir nossas famílias. É tentativa de autoritarismo, sutil que seja. Imagine a cena de um chefe de família amedrontado pela lei da palmada e pela denúncia do vizinho. Qual a alternativa? Convencer com palavras seu filho de um ano que ele não deve machucar seu irmão bebê? Que tal, hein? Sua raiva sairá muito mais cruel e sutil. Você já levou "gelo"? Então sabe do que estou falando. Pais podem torturar seus filhos sem encostar um dedo.
Daí, uma proposta singela, vinda dos islâmicos: a adoção de chibatadas como pena alternativa para pequenos delitos. Deixemos de hipocrisia: a prisão para quem não ameaça a sociedade é castigo brutal, uma escola de revoltados. "Ah, ele vai virar 'noivinha' no primeiro dia." É tortura terceirizada.
Posto diante da escolha: dez chibatadas pelo carrasco mecânico (ajustado para não causar lesões) ou dez meses de prisão? Adivinhe a escolha?
A educação é um processo civilizatório de dez mil anos...

colação de grau

COLAÇÃO DO MEU FILHO PAULO ROBERTO SALES BASTOS

Paulo Roberto prestando seu compromisso solene com bacharel em direito
Ontem na Assembléia Paraense aconteceu a solenidade de formatura e outorga de graus para os novos Bacharéis de direito da FIBRA.
Já fui a muitas solenidades semelhantes a esta, porém a de ontem tinha um significado único, impar era a colação de grau de meu filho Caçula. Há 6 anos atrás vivi a mesma emoção na formatura de Paulo Segundo.
È um sensação indescritível sabermos que num pais onde menos de 5% colam graus, você tem seu filho integrando este universo que o habilitará a galgar outros patamares. É o que todos nos sonhamos neste pais injusto onde a educação superior e para bem poucos.
Faço votos a todos os formando(as) e em especial ao Paulo Roberto que a sua carreira jurídica seja cheia de sucesso e realizações. Que Deus abençoe todos nos e nos faça felizes como ontem.
Paulo Bastos


A Alegria da Shirley nao poderia ser maior




Olha nós ai



O abraço merecido pela vitoria alcançada


 
Os tres Paulos ( eu, Paulo Roberto e Paulo Segundo- pai e irmão: professores de paulo Roberto  

Os amigos de todas as Horas (Felipe Fadul, Pedro e Tiago)

domingo, 25 de dezembro de 2011

NINGUEM ESTÁ A CIMA DA LEI

NINGUEM ESTÁ A ACIMA A LEI.É  isto que ensinamos nas academias, no curso de direito e acreditamos, porém tem gente que se acha acima da lei e da ordem.
È o famoso “sabe com quem estais falando? “ A melhor resposta seria com um imbecil.
De onde menos se espera é de lá que vêm à decepção: os magistrados que deveriam zelar pela lei, pela moralidade e pelos princípios gerais do direito agora querem se escusar da lei, se acham a cima dela.
Como podemos construir fazer um pais sério se nem na justiça podemos mais confiar.
ISTO É UMA VERGONHA!!!!!
Paulo Bastos


Peluzo recebeu R$ 700.000 do Tribunal de Justica
STF
Peluso considera que, apesar dos recebimentos, nem ele nem Lewandowski estão impedidos de julgar a inspeção do CNJ na folha de pagamento do TJ-SP
Em São Paulo, 17 desembargadores receberam pagamentos individuais de quase R$ 1 milhão de uma só vez.
Brasília. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, divulgou nota para defender a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que suspendeu inspeção feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na folha de pagamento do Tribunal de Justiça de São Paulo. Lewandowski recebeu pagamentos sob investigação, feitos a todos os desembargadores da corte por conta de um passivo trabalhista da década de 90.
O próprio ministro Peluso, que, como Lewandowski, foi desembargador do TJ paulista, recebeu recursos desse passivo. Ele recebeu R$ 700 mil, de acordo com a própria assessoria do presidente do Supremo.
Peluso considera que, apesar dos recebimentos, nem ele nem Lewandowski estão impedidos de julgar ações sobre o tema porque os ministros do STF não se sujeitam ao CNJ.
Portanto, não seria possível falar que agem em causa própria ou que estão impedidos quando julgam a legalidade de iniciativas daquele órgão, já que não estão submetidos a ele, e sim o contrário, de acordo com a Constituição e com decisão do próprio STF.
A corregedoria do Conselho Nacional de Justiça iniciou em novembro uma devassa no TJ de São Paulo para investigar pagamentos que magistrados teriam recebido indevidamente junto com seus salários e examinar a evolução patrimonial de alguns deles, que seria incompatível com sua renda.
Um dos pagamentos que estão sendo examinados é associado à pendência salarial da década de 90, quando o auxílio moradia que era pago apenas a deputados e senadores foi estendido a magistrados de todo o País.
Em São Paulo, 17 desembargadores receberam pagamentos individuais de quase R$ 1 milhão de uma só vez, e na frente de outros juízes que também tinham direito a diferenças salariais. Tanto Peluso quanto Lewandowski dizem ter recebido menos do que esse valor.
Lewandowski afirmou ontem, por meio de sua assessoria, que se lembra de ter recebido seu dinheiro em parcelas, como todos os outros. O ministro disse que o próprio STF reconheceu que os desembargadores tinham direito à verba, que é declarada no Imposto de Renda. Ele afirmou que não entende a polêmica, pois não há nada de irregular no recebimento.
Não investigado
A corregedoria tem deixado claro desde o início das inspeções que não está investigando ministros do STF, e sim procedimentos dos tribunais no pagamento dos passivos da década de 90. Ou seja, quem está sob investigação são os tribunais, e não os magistrados.
O órgão afirmou ainda, por meio de nota, que não quebrou o sigilo dos juízes e informou que em suas inspeções "deve ter acesso aos dados relativos à declarações de bens e à folha de pagamento, como órgão de controle, assim como tem acesso o próprio tribunal". Disse também que as informações coletadas nunca foram divulgadas.
FIQUE POR DENTRO
CNJ apurava se o pagamento teria sido irregular
A corregedoria do CNJ apurava se o ex-presidente do TJ-SP, Antonio Viana Santos, morto em janeiro, determinou ilegalmente pagamentos a ele próprio e a 16 colegas. Ao todo, 353 desembargadores de São Paulo têm o direito de receber a compensação, mas apenas 17 magistrados receberam R$ 1 milhão em parcela única. Os outros desembargadores e cerca de 1.200 juízes recebem de forma parcelada. A verba extra, denominada de Parcela Autônoma de Equivalência, foi paga devido a legislação que manda igualar os salários de membros do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público.

 Nunca esqueça:
"Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim".
Esta é uma comunicação oficial do Em Direita Brasil. Reenvie imediatamente esta mensagem para toda a sua lista, o Brasil agradece

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

"ESTE É UM PAIS QUE VAI PRA FRENTE


"ESTE É UM PAIS QUE VAI PRA FRETE.
Lembram a musiqueta de Juca Chaves, na época da repressão?.........No Brasil até humorista é piada e recebe bolsa-ditadura do PT por isto: ISTO É UM VERGONHA!!!!!!!

DO  JEITO QUE RECEBI VIA E-MAIL:

Carta de um juiz de direito a Ziraldo e Jaguar

Um testemunho coerente e lúcido deste Juiz ... Está chegando a hora de abrirmos os olhos...... O Juiz de Espumoso (RS) escreve a Ziraldo e Jaguar, comentando a aprovação da indenização e da aposentadoria em dobro paga pela Nação aos humoristas, que 'sofreram muito' por terem sido presos durante uma semana na época da ditadura militar brasileira, como represália pelas críticas que eles mesmos publicaram em 'O PASQUIM', na ocasião.


“Prezados Ziraldo e Jaguar



Eu fui fã número 1 do PASQUIM (em seguida saberão por quê). Por isto me sinto traído pela atitude de vocês (Ziraldo e Jaguar). Vocês,recebendo essa indenização milionária, fizeram  exatamente aquilo que criticavam na época: o enriquecimento fácil e sem causa emergente da e na estrutura ditatorial.. Na verdade, vocês se projetaram com a Ditadura.
Vocês se sustiveram da Ditadura.
Vocês se divertiram com a Ditadura.
Está bem, vocês sofreram com a Ditadura, mas, exceto aquela semana na cadeia - que parece não foi tão sofrida assim - nada que uma entrevista regada a uísque e gargalhadas na semana seguinte não pudesse reparar.
A cada investida da Ditadura vocês se fortaleciam e a tiragem seguinte do jornal aumentava consideravelmente.
Receber um milhão de reais e picos por causa daquela semana,convenhamos, é um exagero,principalmente quando se considera que o salário mínimo no Brasil é de R$ 545,00 Por mês...Vocês não podem argumentar que a Ditadura acabou com o jornal.
Seria a mais pura mentira, se é que a mentira pode ser pura. O 'O Pasquim' acabou porque vocês se perderam.
O Pasquim acabou nos estertores da Ditadura porque vocês ficaram sem o motor principal de seu sucesso, a própria Ditadura.Vocês se encantaram com a nova ordem e com a possibilidade de a Esquerda dominar este país que não souberam mais fazer humor. Tanto que mais tarde voltaram de Bundas - há não muitos anos - e de bunda caíram porque foram pernósticos e pedantes.Vocês só sabiam fazer uma coisa: criticar a Ditadura e não seriam o que são sem ela.
Eu vi o nº 1 de 'O Pasquim' num tempo em que não tinha dinheiro para adquiri-lo.
Mais tarde, estudante em Florianópolis, passei a comprá-lo toda semana na rua Felipe Schmidt, próximo à rua 7 de Setembro, numa banca em que um rapaz chamado, se não me engano Vilmar, reservava um exemplar para mim. Eu pagava no fim do mês.
Formado em Direito, em 1976 fui para Taió. Lá assinei o jornal que não chegava na papelaria do meu amigo Horst. Em 1981 vim para o Rio Grande do Sul e morando, inicialmente, em Iraí, continuei assinante.
Em fins de 1982 fui promovido para Espumoso e sempre assinante.. Eu tenho o nº 500 de O Pasquim, aquele que foi apreendido nas bancas e que os assinantes receberam... Nessa época, não sei se lembram, o jornal reduziu drasticamente seu número de folhas. Era a crise. Era um arremedo do que fora, mas ainda assim conservava alguma verve. A Ditadura estava saindo pelas portas dos fundos e vocês pelas portas da frente, famosos e aplaudidos.Vocês lançaram uma campanha de assinaturas. Eu fui a campo e consegui cinco ou seis.
Em Espumoso! Imaginei que se cada assinante conseguisse cinco assinaturas, ajudaria muito. Eu era Juiz de Direito. Convenhamos: não fica bem a um Juiz sair vendendo assinatura de jornal. Mas fiz isto com o único interesse de ajudar o Pasquim a se manter. Na verdade, as assinaturas foram vendidas a amigos advogados aos quais explanei a origem, natureza e linha editorial do jornal. Uns cinco ou seis adquiriram assinaturas anuais. No máximo dois meses depois todos paramos de receber o jornal, que saiu de circulação.O O Pasquim deu o calote.... Eu fiquei com cara de tacho e, como se diz por aqui, mais vexado que guri cagado. Sofri constrangimento por causa de vocês.Devo pedir indenização por isto? Não.Esqueçam!
Mas agora que vocês estão milionários, procurem nos seus registros e devolvam o dinheiro dos assinantesde Espumoso que pagaram e não receberam a assinatura integral. Naquele tempo vocês não tinham como fazê-lo. Agora têm.
Paguem proporcionalmente, mas com juros e correção monetária, como manda a lei.
Caso contrário, além de traidores, serei obrigado a considerá-los também caloteiros.

Ilton Dellandrea
Juiz de Direito


Além da indenização milionária a dupla passa a colaborar com o déficit da previdência, pois, como o Lula, passam a receber aposentadoria em dobro do limite estabelecido para quem contribuiu por 35 anos! Além do mais, os que contribuíram por 35 anos não têm direito ao reajuste integral da aposentadoria. Por isto que o nosso pais é considerado o pais dos marginais, pode ver quem trabalha honestamente não tem nada, já os marginais tem direitos humanos, salários acima do mínimo para presidiário, cargos de ministros, presidente ou diretores de estadais, e assim por diante, fora a aposentadoria de marajá, e depois dizem que é da esquerda, só se for a mão, o que a esquerda faz a direita não pode ver. Este episódio das indenizações milionárias aos jornalistas do Pasquim é só mais um da série de escândalos em cascata que o país produz.
Parece que está em nosso DNA o ataque despudorado aos cofres públicos, a concepção que o dinheiro público não é de todos, mas "de ninguém", e que '"os amigos" tudo, aos inimigos, a justiça.
Tudo limpinho, sem pagar Imposto de Renda

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

QUANDO A RAZÃO E O CORAÇÃO MARCHAM EM UMA ÚNICA DIREÇÃO

QUANDO A RAZÃO E O CORAÇÃO MARCHAM EM UMA ÚNICA DIREÇÃO
No plebiscito do dia 11 de dezembro de 2011 ficou patente o que o povo paraense sempre desejou: ser um único povo, irmanados nas mesmas tradições e crenças, um povo que é amigável, ordeiro e não cultiva sentimentos antagônicos em relação as micro-regiões paraenses, pena que para isto ser provado a União teve que gastar mais de 13 milhões de reais ( dados do TER\PA), dinheiro que por certo melhoraria a vida de muitas comunidades carentes e que foram torrados pelo justiça eleitoral com um único intento de satisfazer os forasteiros que desejam se separa para saquearem os novos estados.
A preocupação agora e se eles (os alienígenas separatistas) conseguiram quebrar a identidade acima referida, pois o que vimos nas campanhas do SIM foi uma carrada de mentiras propaladas pelos detratores do Pará que felizmente não conseguiram engabelar o nosso povo, desta vez.
O governador Jatene disse que não devíamos comemorar, discordo devemos sim, devemos comemorar o bom senso e o sentimento cabano de nosso povo de todas as regiões — da área metropolitana de Belém; do nordeste (dita zona do salgado); do baixo amazonas (rebatizada pelos detratores de Tapajós); do sul e sudeste do Pará (alcunhada pela corja de Carajás- nome nunca dantes aventados para estes municípios, que nada tem em comum entre si), e do nosso querido Marajó— É motivo de alegria continuarmos a ser um único Pará.
A data do plebiscito deveria ser comemorada com a segunda independência do Pará, independência da vontade do povo, independência face ao capital das grandes minerados que conspiram contra o Estado e bancaram desde o inicio esta ação deletéria contra o Pará, independência vitoriosa contra a estratégia destes marqueteiros mequetrefes (cadê o Duda???), enfim a RAZÃO E O CORAÇÃO MARHARAM EM UMA ÚNICA DIREÇÃO: A UNIÃO DO PARÁ, DE ÚNICO PARÁ.
Paulo Bastos