domingo, 26 de fevereiro de 2012

A MARÉ VERMELHA AMEAÇA SE TRANSFORMAR NUM TSUNAMI



Coitado de quem acha que a dicotomia CAPITALISMO X COMUNISMO já acabou.
Acabou no mundo civilizado, onde os comunistas e sua camarilha foram derrotados. No Brasil eles ainda são raivosos, vingativos, corruptos e principalmente inaptos para o poder (conforme se vê – onde há PT no governo ninguém se cria).
Há tempos estou falando que eles vêm com tudo para cima dos seus reais inimigos: o povo brasileiro que trabalha e rala e suas lideranças liberais, sociais-democratas e todos os verdadeiros patriotas que fizeram a Contra Revolução de Março de 64.
Agora eles querem enquadraR até a reserva das Forças Armadas. Aprendi quando entrei no Exército em 1974 que militar não serve partido político, não tem Chefe (quem tem chefe é índio, temos comandantes que podem ou não serem lideres) e só deve obediência irrestrita a Constituição Federal e fidelidade e amor à Nação Brasileira.
Não servimos a homens e nem cultuamos falsos lideres. A nossa  consciência e disciplina consciente devem ser nossos guias na hora da decisão. Buscamos semepre o melhor para o Brasil.
Já tomamos a decisão:
NÃO A COMISSÃO DA MENTIRA

Diga voce também não . (Paulo Bastos- Ten Cel R1 Infantaria Exército Brasileiro)


"A srª Eleonora conduziu suas ações no sentido de implantar, pela força, uma ditadura (comunista), nunca tendo pretendido a democracia". E  ainda falam em ditadura!!!

LEI N. 7.524, DE 17 DE JULHO DE 1986

24 de Fevereiro, 2012 - 10:06 ( Brasília )

O Presidente da República:
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Artigo 1º - Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.
Parágrafo único - A faculdade assegurada neste artigo não se aplica aos assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de filiação político-partidária.
Artigo 2º - O disposto nesta Lei aplica-se ao militar agregado a que se refere a alínea "b" do § 1º do artigo 150 da Constituição Federal.
Artigo 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Artigo 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

Defesa

Dilma enquadra e militares baixam o tom

Insatisfeita com as críticas divulgadas por integrantes da reserva, presidente acionou o ministro Celso Amorim para dar um puxão de orelhas no grupo. Ação produziu o efeito esperado: entidade retirou o texto polêmico da internet.
JÚNIA GAMA e PAULO DE TARSO LYRA
A presidente Dilma Rousseff, irritada com os militares da reserva pelas críticas polêmicas publicadas em nota contra o governo, acionou o ministro da Defesa, Celso Amorim, para que enquadrasse o grupo. Em plena quarta-feira de cinzas, Amorim convocou uma reunião com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, mais o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, e expressou sua contrariedade com o manifesto do Clube dos Militares, divulgado na semana passada.
A forte reação da presidente Dilma, materializada no puxão de orelha que Amorim deu nos oficiais, surtiu efeitos rápidos. Ontem, o site do Clube Militar publicou nota em que os presidentes da entidade "desautorizam" o texto anterior, que havia sido assinado por eles próprios.
Segundo um integrante da cúpula do Ministério da Defesa, durante a reunião, que levou à publicação da retratação, Amorim teria dito aos comandantes que o Clube Militar extrapolou no direito à manifestação ao fazer referência a uma atitude da presidente Dilma Rousseff, já que ela é a comandante suprema das Forças Armadas. "A crítica à presidente é inaceitável. Foi um erro grave do Clube Militar", apontou o interlocutor do ministro.
Na nota, os presidentes dos clubes Naval, Militar e de Aeronáutica, todos oficiais da reserva, afirmam que a "preocupação" da presidente Dilma "em governar para uma parcela da população sobrepuja-se ao desejo de atender aos interesses de todos os brasileiros". O texto cita as declarações da ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, ao Correio, em que ela afirma a possibilidade de condenações criminais contra torturadores a partir de informações coletadas pela Comissão da Verdade. Os militares atacam a presidente por não ter vindo a público "contradizer a subordinada".
No entanto, o remendo foi considerado "lacônico" e, portanto, insuficiente. Horas mais tarde, após o Correio procurar porta-vozes do Clube Militar em busca de justificativa para o recuo, ambas as notas tinham sido retiradas do ar. Para pessoas próximas ao ministro da Defesa, a suspensão de qualquer menção ao tema no site teria deixado o chefe da pasta satisfeito.
PuniçãoOntem, interlocutores palacianos afirmaram ao Correio que a presidente Dilma Rousseff ficou "extremamente contrariada" com a nota dos militares e telefonou para o ministro Celso Amorim para que tomasse providências. Na conversa, eles comentaram a "insubordinação" dos militares da reserva. O estorvo alcançou proporções tão grandes que, no governo, chegou-se a buscar a possibilidade de punição para os oficiais da reserva na legislação.
Ao final, ficou acertado que o Palácio do Planalto não se manifestaria oficialmente sobre o assunto e que a iniciativa de repreender os comandantes seria creditada ao ministro. A autonomia de Amorim em tomar esse tipo de atitude decorre de uma alteração na lei que rege a organização das Forças Armadas, de 2010. Desde então, o ministro da Defesa passou a exercer, legalmente, a direção superior das Forças Armadas. Como resultado da mudança, Celso Amorim não precisaria pedir permissão à presidente Dilma para atuar em situações de crise. Mas interlocutores da presidente asseguram que a iniciativa partiu dela: "O Celso Amorim fez isso a mando dela. Essa reação tem tudo a ver com o jeito Dilma de agir", declarou uma fonte palaciana.
A estratégia seria uma forma de evitar mais atritos com as Forças Armadas, especialmente pela proximidade da instalação da Comissão da Verdade, que irá investigar, por um período de dois anos, violações dos direitos humanos cometidas durante a ditadura militar. A aprovação do projeto ganhou forte resistência de setores militares, que acusam a iniciativa de "revanchista". Dilma Rousseff está analisando os nomes que irão compor a comissão, que deve começar os trabalhos de apuração em menos de três meses.
A avaliação dos próprios comandantes das Forças Armadas também é de que os oficiais do Clube Militar, apesar de não representarem os da ativa, exageraram. Pesou também, para a decisão de recuar, a possibilidade de embates com o governo prejudicarem a negociação de reajustes salariais da categoria.
Porta-voz
O Clube Militar é uma instituição centenária, com sede no Rio de Janeiro, que congrega oficiais da ativa, da reserva remunerada ou reformados, com o intuito de estreitar os laços entre os integrantes das Forças Armadas. A entidade tem atuação em todo o país e são os oficiais da reserva que presidem os clubes. Essas associações costumam ser porta-vozes de manifestações políticas da categoria, já que os oficiais da ativa são proibidos de emitir declarações com teor político. Com extensa representatividade até o regime militar, após a democratização os clubes militares começaram a ter uma atuação esvaziada.

Dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos.

Conselho do dia

QUANTO DEVE GANHAR UM JUIZ?

QUANTO DEVE GANHAR UM JUIZ?
Precisamos reparar esta situação. Onde uns trabalham pouco, e ganham muito. Outros, se matam de trabalhar e recebem o minimo ridiculo que nao dá para atender as suas necessidades.
Este é o país do absurdo: aqui nada segue a lógica, senão vejamos:
O juro do agiota é menor do que o juro bancário;
O ensino universitário publico é para ricos, os pobres estudam nas faculdades privadas;
A  polícia mete medo no cidadão e tem medo de “subir o morro”;
Juiz tem 60 dias de férias e ainda diz que ganha pouco.  
É brincadeira.
E ainda dizem que este é um país do futuro.
Só se for de futuro incerto. ( Paulo Bastos)

Por Carlos Alberto Sardenberg - Publicado no Jornal O Estado de São Paulo em 20 Fev 2012
QUANTO DEVE GANHAR UM JUIZ? (2)Transcrevo na íntegra a pergunta de um amigo meu:
"ALO, BOM DIA!
SOMENTE PARA INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO DE UM ASSUNTO QUE INTERESSA A TODOS E DEVEMOS LEMBRAR QUE NÃO FOI ESCLARECIDO:
COMO UM JUIZ/DESEMBRAGADOR/PROMOTOR BRASILEIRO, PELO MENOS NO ESTADO DO RIO, ALÉM DE EXERCER A FUNÇÃO QUE LHE RENDE UNS BONS TOSTÕES (ACIMA DA MÉDIA NACIONAL), CONSEGUE NO SEU HORÁRIO DE LABOR (SABE-SE LÁ COMO) DAR AULAS, SER DIRETOR DE FACULDADE, DAR PALESTRAS, ESCREVER LIVROS, FAZER CURSOS, SER SÓCIO/DONO DE CURSOS... ???
SERÁ QUE LÁ FORA, EM OUTROS PAÍSES, OS MEMBROS DO JUDICIÁRIO TÊM A MESMA LIBERDADE E FACILIDADE QUE OS NOSSOS POSSUEM, DEIXANDO DE TRABALHAR INTEGRALMENTE NA SUA FUNÇÃO???
ABRAÇOS."
Mais debates sobre os salários e as condições de trabalho da magistratura
Juízes do Brasil todo reclamaram da coluna da semana passada, com o mesmo título. Protestaram mais, porém, magistrados do Judiciário estadual de São Paulo. Estes se queixam duplamente: dos vencimentos básicos, que consideram baixos, como todos, e de sua situação, digamos, desfavorecida. Os paulistas têm menos vantagens do que seus colegas de outros Estados.
Muitos enviaram links para as leis estaduais que regulam a remuneração dos juízes, algumas delas mais do que generosas. Muito citada a lei 5.535/09, do Estado do Rio de Janeiro, pela qual desembargadores e juízes, mesmo aqueles que acabaram de ingressar na carreira, chegam a ganhar mensalmente de R$ 40 mil a R$ 150 mil. A remuneração básica, de R$ 24.117,62, é hipertrofiada por "vantagens eventuais". Alguns desembargadores receberam, ao longo de apenas um ano, R$ 400 mil, cada, somente em penduricalhos, conforme apontou reportagem deste mesmo Estadão.
Tudo dentro da lei, tem repetido o presidente Tribunal Do Rio, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos – mas a lei é alvo de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade. Segundo juízes paulistas, o Judiciário do Distrito Federal é ainda mais escandaloso.
Assim, por ironia, ficamos sabendo que a argumentação da coluna da semana passada fazia todo sentido. Por todo o Brasil, juízes e magistrados deram um jeito de driblar a lei do teto com "vantagens pessoais" que multiplicam muitas vezes o chamado "subsídio". Ficamos sabendo, também que há desigualdade entre os juízes e, de um modo geral, no quadro do aparelho Judiciário (promotores ganhando mais que magistrados, por exemplo).
Os juízes paulistas que nos escreveram não reivindicam esses "quebra-galhos". Mas acham que ganham pouco e merecem mais.
Dizem que R$ 20 mil por mês, início de carreira, não está à altura do trabalho e da função social. Para escapar das avaliações subjetivas – todo mundo acha que trabalha muito e ganha pouco – é preciso fazer comparações.
Um juiz federal nos Estados Unidos começa ganhando US$ 174 mil ao ano, o que dá pouco mais de R$ 25 mil ao mês, ao cambio de R$ 1,75. O juiz paulista ganha R$ 260 mil ao ano (13 salários), o que dá cerca de US$ 150 mil – 24 mil dólares a menos do que seu colega americano.
Mas a comparação não se esgota aí. O juiz americano ganha o equivalente a 3,6 vezes a renda per capita nacional. O brasileiro ganha 12,5 vezes a mais.
Ainda na última sexta-feira, o IBGE informou que o salário médio real do trabalhador brasileiro, em janeiro último, foi de R$ 1.672. Ou seja, os juízes (e demais da carreira Judiciária) ganham pelo menos 12 vezes mais que a média nacional.
Resposta dos diretamente interessados: os salários são baixos no Brasil, não se pode nivelar por aí. Mas são baixos, comparados com os americanos, justamente porque o país não é rico.
E aqui reparem: os EUA estão entre os mais ricos do mundo e mesmo assim não pagam a seus magistrados 12 vezes mais que a média ou a renda per capita nacional.
Muitos, de novo, compararam os salários da magistratura com os ganhos dos advogados do setor privado. Não faz sentido. John Roberts, presidente da Suprema Corte dos EUA, faturou US$ 1 milhão em 2003, seu último ano na iniciativa privada, como advogado. Ganha hoje US$ 223 mil ao ano, ou cerca de R$ 32,5 mil por mês, pouco mais que o vencimento básico do juiz da Suprema Corte brasileira.
Roberts tem batalhado pelo aumento salarial dos seus juízes, mas reconhece que não há como comparara com advogados bem sucedidos. Se fosse assim, observa, ele não teria como explicar porque trocou a advocacia pela magistratura.
Mesmo porque, se quisesse ganhar mais dinheiro e se considerasse competente para enfrentar o mercado privado competitivo, ele poderia perfeitamente renunciar ao cargo na Suprema Corte. Como podem fazer todos os demais, lá e aqui.
Já um outro membro da Suprema Corte, Stephen Breyer, sugeriu comparar o salário do juiz com o de um professor titular de uma boa Faculdade de Direito. Lá, o mestre ganha mais. Aqui, bem menos.
Tudo considerado, o juiz brasileiro, mesmo sem os penduricalhos, ganha proporcionalmente mais que seu colega americano e mais que os colegas de muitos outros países mais ricos. E muito mais que a média do trabalhador brasileiro, estando entre os mais bem pagos do setor público.
Perderam a noção
Além dessa discussão, digamos, objetiva, há magistrados que, falando francamente, perderam a noção.
Quando defendem o salário, dizem que não é líquido, pois desconta IR e previdência. Ora, todos os assalariados descontam.
Dizem que pagam mais para a sua previdência, os 11% sobre o salário total. Verdade. Mas recebem aposentadoria praticamente integral, muito mais vantajosa do que a do pessoal do INSS.
Reclamam que não têm FGTS. Lógico que não, pois não podem ser demitidos.
E há campeões nesse quesito. O novo presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Marcelo Bandeira Pereira, disse à jornalista Juliana Bublitz, da Zero Hora, sobre a "necessidade" das férias de 60 dias: "Trabalhamos com o raciocínio, com a cabeça, e o juiz é juiz 24 horas por dia. Existem dois meses de férias, mas um mês nós consumimos tentando recuperar o serviço atrasado".
Ora, quem não trabalha com a cabeça, além dos cavalos? E como um leitor sugeriu ao meritíssimo: " Faça como todo o brasileiro normal, curta os 30 dias e trabalhe os outros 30 dias normalmente, que o serviço não atrasa".
Publicado em O Estado de S. Paulo, 20 de fevereiro de 2012,
PORQUE, NO RIO DE JANEIRO, AS ORGANIZAÇÕES GLOBO NÃO FALAM NADA QUE VENHA A COMPROMETER A MORAL DOS JUÍZES E ASSIM TAMPAM O SOL COM UMA PENEIRA.

Nunca esqueça:
"Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim".
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

IANOMAMIS, A FARSA DE UMA NAÇÃO QUE NUNCA EXISTIU




Há quase 10 anos, quando iniciei na docência jurídica, bato na mesma tecla e sou contestado pela maioria de meus ouvintes: "de que no território do Brasil não existem outras nações que não a Brasileira". Tese refutada pela maioria dos ecos-ambientalistas xiitas, pois a eles interessa e muito cria falsos  antagonismos e quistos sociais no Brasil.
As nações desenvolvidas, como a França e Espanha, por  exemplo, que possuem nações autênticas em seu territorio, como os Bascos, Flamengos, Catalões e Galegos vivendo e sofrendo no interior de suas fronteiras, fazem questão de reprimir estes movimentos nacionalistas  por entenderem que elas comprometem a unidade nacional estabelecida legalmente.  Isto sem falar da Rússia e da China que simplesmente esmagam os grupos nacionais existentes segregando-os, deportado-os ou simplesmente eliminando-os fisicamente, o que pronto abominamos.
Somente no Brasil os sucessivos governos vermelhos ( ou com matizes cor-de-rosa) teimam em criar, sustentar e alimentar este e outors focos de tensão, na maioria das vezes chegando ao ponto de falsearem ou falsificarem a história como é o caso da dita “pseudo-nação ianomâmis", e saiem a criando adoidado e alocadametne reservas indígenas de tais pseudo- nações em detrimento da soberanoa nacional que é ameaçada por esta atitude.
O desgoverno brasileiro vermelho  agindo assim nas duas ultimas decadas vem assim a criar e fomentar estas minorias inexistentes no país, tudo com o intuito de confundir ludibriar e estabelecer um estado policial no Brasil. São estas minorias aventadas: as mulheres, os GLBS, os afro-descendentes, os sem terras; os sem tetos, os indígenas, os perseguidos políticos e qualquer outras denominção que interesse a esta corja de oportunistas que se abancou do poder.
Querem na realidade estabelecer uma democracia baseada no mensalão na troca de favores, num balcão de negociatas, num verdadeiro bazar turco como nunca dantes se viu, alimentando os sem vergonhas e caras-de-paus que ai estão a fraudarem a previdência e a esvaziarem os cofres públicos.  Uma quadrilha fora do São João a dançar e se esbaldar as nossas custas
Por derradeiro, quem nasce no Brasil é Brasileiro, seja índio, branco preto ou amarelo, rico, pobre, hetero ou gay, católico evangélico ou ateu. Vamos acabar com esta palhaçada de fomentar a discórdia onde não existe. Somos uma nação criada no longínquo Guararapes (1640-1648), berço de nossa nacionalidade. Aqui não existem diferenças marcantes entre os que nascem no sul, no nordeste, na Amazônia ou no cerrado, todos comungamos das mesmas crenças, ansiedades, esperanças e temos as mesmas desilusões e sofremos com a mesma corrupção.
A única nação autêntica e legítima dentro do Brasil que reconheço, apesar de botafoguense, e a Nação Corintianas....graças a Deus. Isto pode ser provado pelos milhares de adesivos que vejo nos carros a circularem por este Brasil afora “ Deus é fiel", ou seja, até ele reconhece-se como Corintiano. Amém. Paulo Bastos
Fiquemos pois com o texto abaixo que vem confirmar o acima por mim apontado.




Artigo :
IANOMAMIS, A FARSA DE UMA NAÇÃO QUE NUNCA EXISTIU
Recebi o artigo abaixo e li com atenção. As informações são mpressionantes. O autor, o almirante Roberto Gama e Silva, relata que a tal grande nação ianomâmi, que pega parte do Brasil e parte da Venezuela, na verdade seria uma grande farsa. O que existe naquele imenso território, explica o artigo, é uma série de diferentes tribos que nada teria a ver umas com as outras. Segundo o autor, foi um jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS”. Não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização “Christian Church World Council”, sediada na Suíça, escreve o autor. Leiam e tirem suas próprias conclusões:

IANOMÂMI! QUEM?
por Roberto Gama e Silva
Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado “IANOMÂMI”, nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas.
Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra “ianomâmi” era um nome genérico aplicado ao “ser humano”.
Recentemente, caiu-me nas mãos o livro “A FARSA IANOMÂMI”, escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto,
Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.
Menna Barreto procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma “nação” indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro “Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.
Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.
Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos “Gigantes da Nacionalidade”, embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”
Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de “Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão”, prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.
Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.
Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.
Um desses trabalhos denominado “O VALE DO RIO NEGRO”, classificado pelo Chefe da “Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão” como um subsídio para “a geografia física e humana da Amazônia”, foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação “IANOMÂMI! QUEM?.
No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que “são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas”. Prossegue o autor: “Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos”. Também os índios “TUCANOS” constituem uma família a parte, complementa o trabalho.
Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo “IANOMÂMI”.
Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome “IANOMÂMI”. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos “IANOMÂMIS”.
Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo “TUCANO”, pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os “IANOMÂMIS” também não apareceram entre os “TUCANOS”.
Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas “MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS”, que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos “IANOMÂMIS”.
Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo “não existiu e não existe” senão nas mentes aedilosas dos inimigos do Brasil.
Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “IANOMÂMI”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.
Interessante ressaltar que a jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS” não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL” sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.
Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das “Diretrizes” da organização referentes ao BRASIL: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.
Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL”, ao incentivarem a “invenção“ dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.
Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de “Reserva Ianomâmi” deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos “aruaques” e ‘caribes’.
Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

DESTA CAMAPANHA EU FAÇO QUESTÃO DE PARTICIPAR E VOCE????

REPASSO COMO RECEBI VIA –EMAIL, pois acho lógica a proposta e bastante honesta




De tanto ver triunfar as NULIDADES;
De tanto ver prosperar a DESONRA,
De tanto ver crescer a INJUSTIÇA,
De tanto ver agigantarem-se os PODERES NAS MÃOS DOS MAUS,
O homem chega a DESANIMAR-SE DA VIRTUDE,
A RIR-SE DA HONRA
E a ter VERGONHA DE SER HONESTO
(Ruy Barbosa!!!!!)

Sra. Presidenta da República
O negócio é repassar esse e-mail à 110.000.000 de eleitores. Duvido que a coisa não mude!!!!
Excelentíssimo  Sr. Presidente da República Federativa do  Brasil.
Manifesto meu total apoio ao seu esforço de modernização do nosso país.
Como cidadão comum, não tenho muito mais a oferecer além do meu trabalho, mas já que o tema da moda é Reforma Tributária , percebi que posso definitivamente contribuir mais.
Vou explicar: 
Na atual legislação, pago na fonte 27,5% do meu salário...
Como pode ver, sou um brasileiro afortunado. Sou obrigado a concordar que é pouco dinheiro para o governo fazer tudo aquilo que promete ao cidadão em tempo de campanha eleitoral.
Mesmo juntando ao valor pago por dezenas de milhões de assalariados!
Minha sugestão é invertermos os percentuais:
A partir do próximo mês autorizo o Governo a ficar com 72,5% do meu
salário...
Portanto, eu receberia mensalmente apenas 27,5% do resultado do meu
Trabalho mensal.
Funcionaria assim: Eu fico com 27,5% limpinhos, sem qualquer ônus...

O Governo fica com 72,5% e leva as contas de: 
-Escola; -Convênio médico ; 
-Despesas com dentista; 
-Remédios; 
-Materiais escolares ; 
-Condomínio; 
-Água;
-Luz ; 
-Telefone; -Energia; 
-Supermercado ; 
-Gasolina;
-Transporte Escolar ou Coletivo, como preferir 
-Vestuário; 
-Lazer ; 
-Pedágios; 
-Cultura; 
-CPMF; 
-IPVA; 
-IPTU; 
-ISS; 
-ICMS;
-IPI; 
-PIS; 
-COFINS ; 
-Segurança;
-Previdência privada e qualquer taxa extra que por ventura seja
repentinamente criada por qualquer dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Um abraço Sra. Presidenta e muito boa sorte, do fundo do meu coração! 

Ass.: Uma trabalhadora que já não mais sabe o que
·         fazer para conseguir sobreviver com dignidade. 
·         PS: Podemos até negociar o percentual !!! 
Agora vejam só a farra do Congresso Nacional :

Salário:................................................... ........R$ 12mil; 
Auxílio-moradia..............................................R$ 3 mil; 
Verba para despesas "comprovadas"...............R$ 7 mil; 
Verba para assessores...................................R$ 3,8 mil; 
Para 'trabalharem' no recesso.................. .......R$ 25,4 mil; Verba de gabinete mensal..............................R$ 35 mil; e mais 
Transporte: Passagens aéreas de ida e volta a Brasília/mês; 
Direito a "contratar" 20 servidores para seu gabinete; 
13
º e 14º salários, no fim e no início de cada ano legislativo; e 90 dias
de férias anuais e folga remunerada de 30 dias.

ISSO PARA CADA UM DOS 514 DEPUTADOS !!!!
Esse dinheiro sai dos cofres públicos, ou seja, do nosso bolso !!!

Mostre sua indignação e envie este texto a todos os seus amigos e conhecidos para que protestem junto aos deputados federais e senadores.

TENHA SANTA PACIÊNCIA! ! ! ! PROTESTEVOCÊ
!!!!!! MANDE ESSA MENSAGEM A TODOS DE SUA LISTA !!! 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A lei hilária................

Sinceramente eu não sei se os caras que fazem as leis são burros ou mal intencionados mesmos......Este pais nunca será um verdadeiro pais sem educação, e aprendemos, e é verdade, que educação se traz de casa.............essa lei da palmada no mínimo é HILARIA, senão vejamos o excelente artigo abaixo .
PAULO BASTOS


A Educação é um processo civilizatório de dez mil anos...

Francisco Daudt
Palmada
Há um fato que a maioria de nós não sabe ou esquece: o exercício da autoridade, ou das leis, se baseia, em seu extremo, no uso da violência. Como não pode existir lei sem a punição correspondente, senão ela será desprezada, a punição vai, desde a ameaça, à execução de castigos, é por isto que precisamos de força armada, como o visto nas ocupações das UPP nos morros do Rio.
Há mais de 10 mil anos o homem vive em cidades. Convive com pessoas que não são de sua família, nem de sua tribo. Antes disto, qualquer contato com estranho resultava em luta mortal. Estranho = inimigo. É fato até hoje, na Papua - Nova Guiné, se dois estranhos conversando não descobrirem parentes em comum num encontro, partem para um embate mortal.
Como foi possível, pois, a convivência pacífica de estranhos em cidades? Pela instituição do Estado, que se tornou monopolista da violência. Pela invenção das leis. Pelo estabelecimento das punições aos transgressores. O Código de Hammurabi impunha punições bárbaras: "Olho por olho, dente por dente". As leis e as punições foram se tornando mais civilizadas, mas o princípio do monopólio da violência pelo Estado continua sendo um dos pilares da democracia. Você tem uma contenda com seu vizinho? Traga-a ao Estado, pois se você quiser resolvê-la com suas próprias mãos, você será criminoso também. Há exceções: legítima defesa e violência consensual .
Então, por que eu sou contra a lei da palmada? Imagine levar uma criança transgressora às barras do tribunal para que o Estado a punisse. É coisa de doido.
Defendo que a palmada (que promove mais susto do que dor ou lesão) seja igual à atitude dos gorilas, que impõem sua autoridade ao bater no peito, no urro e no avanço assustador sobre o oponente, sem danos físicos. Eles só dizem: "Eu sou mais forte, eu estou no comando".
Castigos que causam lesão já são punidos por leis. Uma família não passa de um pequeno Estado, com chefe responsável pelas leis e as punições que impõe. Nascemos pequenos trogloditas, a educação é um processo civilizatório. Dez mil anos em alguns. Não precisamos da tutela do Estado maior para dirigir nossas famílias. É tentativa de autoritarismo, sutil que seja. Imagine a cena de um chefe de família amedrontado pela lei da palmada e pela denúncia do vizinho. Qual a alternativa? Convencer com palavras seu filho de um ano que ele não deve machucar seu irmão bebê? Que tal, hein? Sua raiva sairá muito mais cruel e sutil. Você já levou "gelo"? Então sabe do que estou falando. Pais podem torturar seus filhos sem encostar um dedo.
Daí, uma proposta singela, vinda dos islâmicos: a adoção de chibatadas como pena alternativa para pequenos delitos. Deixemos de hipocrisia: a prisão para quem não ameaça a sociedade é castigo brutal, uma escola de revoltados. "Ah, ele vai virar 'noivinha' no primeiro dia." É tortura terceirizada.
Posto diante da escolha: dez chibatadas pelo carrasco mecânico (ajustado para não causar lesões) ou dez meses de prisão? Adivinhe a escolha?
A educação é um processo civilizatório de dez mil anos...

colação de grau

COLAÇÃO DO MEU FILHO PAULO ROBERTO SALES BASTOS

Paulo Roberto prestando seu compromisso solene com bacharel em direito
Ontem na Assembléia Paraense aconteceu a solenidade de formatura e outorga de graus para os novos Bacharéis de direito da FIBRA.
Já fui a muitas solenidades semelhantes a esta, porém a de ontem tinha um significado único, impar era a colação de grau de meu filho Caçula. Há 6 anos atrás vivi a mesma emoção na formatura de Paulo Segundo.
È um sensação indescritível sabermos que num pais onde menos de 5% colam graus, você tem seu filho integrando este universo que o habilitará a galgar outros patamares. É o que todos nos sonhamos neste pais injusto onde a educação superior e para bem poucos.
Faço votos a todos os formando(as) e em especial ao Paulo Roberto que a sua carreira jurídica seja cheia de sucesso e realizações. Que Deus abençoe todos nos e nos faça felizes como ontem.
Paulo Bastos


A Alegria da Shirley nao poderia ser maior




Olha nós ai



O abraço merecido pela vitoria alcançada


 
Os tres Paulos ( eu, Paulo Roberto e Paulo Segundo- pai e irmão: professores de paulo Roberto  

Os amigos de todas as Horas (Felipe Fadul, Pedro e Tiago)