domingo, 30 de outubro de 2011

isto é BraZZiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiil II

   BBC Brasil
Atualizado em  27 de outubro, 2011 - 10:28 (Brasília) 12:28 GMT.

Comentário:  Algo mais para tirar o gosto pelo futebol da Copa de 2014...

Sindicato global mira obras da Copa 2014 e defende possível greve geral


João Fellet
Da BBC Brasil em Brasília
Um sindicato global que coordenou uma série de greves e mobilizações em obras da última Copa do Mundo, na África do Sul, agora tenta articular sindicatos brasileiros para exigir maiores salários e melhores condições de trabalho na construção e reforma dos estádios nacionais que vão sediar o próximo evento, em 2014.

Maracanã. AFP
Até agora, greve mais longa ocorreu no Maracanã: foram 19 dias
Segundo um representante da ICM (Internacional de Trabalhadores da Construção e Madeira), grupo que representa 12 milhões de trabalhadores mundo afora, a pressão para acelerar as obras da Copa no Brasil e condições inadequadas de trabalho estão sobrecarregando os operários, que em resposta poderão organizar uma greve geral no ano que vem, a exemplo do que ocorreu na véspera do Mundial na África do Sul.
"Se não houver uma negociação à altura de uma Copa do Mundo, que garanta aos trabalhadores condições dignas de trabalho, registro em carteira, uniformidade entre o que é pago numa cidade e em outra, é bem possível que ocorra (uma greve geral em 2012)", diz à BBC Brasil Maurício Rombaldi, membro da ICM e coordenador da Campanha por Trabalho Decente na Copa 2014.
Na África do Sul, uma campanha semelhante orquestrada pela ICM provocou 26 mobilizações e uma greve geral, que durou oito dias e paralisou 70 mil operários.
As ações geraram temores de que as obras não seriam concluídas a tempo, o que não ocorreu, e resultaram em aumento salarial de 12% para os trabalhadores sul-africanos, além de vários benefícios.
"Essa experiência gerou uma linha de atuação para grandes eventos esportivos e pode se estender também às Olimpíadas de 2016", diz Rombaldi.

Ano-chave


"Se não houver uma negociação à altura de uma Copa do Mundo, que garanta aos trabalhadores condições dignas de trabalho, registro em carteira, uniformidade entre o que é pago numa cidade e em outra, é bem  possível  que ocorra (uma greve geral em 2012) ".
Maurício Rombaldi, membro da ICM e coordenador da Campanha por Trabalho Decente na Copa 2014

Segundo Rombaldi, 2012 será um ano-chave para as negociações entre sindicatos brasileiros e as empreiteiras com obras da Copa, já que muitas construções que mal começaram têm como prazo o fim daquele ano. Isso, diz ele, resultará numa "tremenda pressão sobre os trabalhadores".
"A Copa deve deixar um legado social, deve servir de exemplo. Lutamos para que os trabalhadores atuem em boas condições, estejam mais capacitados, tenham bons salários e capacidade de emprego após a Copa."
Para José Roberto Bernasconi, presidente do Sinaenco (sindicato que representa as empresas de arquitetura e engenharia consultiva), a escassez de mão de obra na construção civil deixa os operários em posição vantajosa na negociação com as empreiteiras. "Isso pode até nos incomodar, mas no fim das contas é justo e correto que seja assim."
Ele afirma, no entanto, que eventuais greves podem atrasar obras que estão com o cronograma apertado. "Quando o cronograma tem mais folga, fica mais fácil lidar com fatores imponderáveis [como problemas climáticos ou reivindicações trabalhistas]. Mas como não temos essa folga, o problema é muito maior."

Mobilizações

Maracanã em obras. Reuters
Entre a reivindicações dos operários do Maracanã estavam maior segurança e plano de saúde individual
No Brasil, a ICM já se aproximou da maioria dos sindicatos envolvidos nas obras da Copa e apoiou dez greves e mobilizações ocorridas neste ano nos estádios Mané Garrincha (Brasília), Maracanã (Rio), Fonte Nova (Salvador), Castelão (Fortaleza), Arena Pantanal (Cuiabá) e Mineirão (Belo Horizonte).
A paralisação mais longa, no Maracanã, durou 19 dias. Os operários reivindicavam aumento do valor da cesta básica, plano de saúde individual, abono dos dias parados, segurança e melhoria da qualidade da comida.
Rombaldi diz que ainda que essas dez ações tenham resultado em ganhos para os trabalhadores, a pauta de demandas se renova constantemente, à medida que, por exemplo, ocorrem acidentes ou operários de algumas obras obtenham ganhos que outros não possuem.
Ele diz que há grande disparidade entre os benefícios concedidos nas obras de estádios em cidades grandes, como São Paulo, e em cidades menores, como Cuiabá.
Segundo Rombaldi, uma das principais atribuições da ICM é servir como fonte de dados aos sindicatos, deixando-os a par de outras negociações. "Difundimos informações para que os sindicatos trabalhem conjuntamente, para que saibam qual o limite que podem exigir".
Ele afirma que todos os sindicatos das cidades sede da Copa, além de outras organizações afiliadas da ICM, se reunirão em 17 e 18 de novembro para que atuem juntos nas negociações no ano que vem.
O encontro servirá para que os trabalhadores deliberem não só sobre a construção e reforma dos estádios, mas também sobre todas as obras de infraestrutura (como em aeroportos e corredores de ônibus) ligadas à Copa.

Salários

De acordo com Rombaldi, as construtoras estão pagando salários abaixo do mercado nas obras da Copa e há grande cobrança quanto à velocidade das construções. Ele ainda afirma que alguns alojamentos estão em péssimas condições.
"Os estádios são o grande chamariz da Copa e têm que ser exemplo de como se dão relações de trabalho. Se a situação é assim na Copa, quando há algum acompanhamento, imagine em obras menores de construção civil ou em hidrelétricas de difícil acesso."
Rombaldi afirma que a campanha pretende ir além da articulação com sindicatos e apoiar movimentos sociais em iniciativas contra remoções forçadas para obras da Copa.
Ele diz não temer as ameaças de que, caso as obras não avancem no ritmo previsto, o Brasil poderá perder o direito de sediar o evento.
"Existe pressão, a Fifa diz que pode tirar a Copa do Brasil, mas estamos falando de dignidade, de trabalho decente. Sem isso, não há justificativa para realizar uma Copa do Mundo."

Diálogo

Responsável ou corresponsável por obras em quatro estádios da Copa, a Odebrecht afirmou que mantém constante diálogo com sindicatos e que todas as condições de trabalho, incluindo os salários e situação de alojamentos, são objeto de acordos homologados pela Justiça Trabalhista.
"A intensificação do ritmo das obras, quando necessária, é feita em comum acordo com os sindicatos, mediante a contratação de mais trabalhadores, podendo chegar até a abertura de novos turnos de trabalho", diz a empresa.
A Andrade Gutierrez, que atua em quatro estádios, disse respeitar todas as determinações da legislação para contratação da mão de obra e os acordos sindicais.
A empresa diz ainda priorizar a qualificação e segurança dos trabalhadores, o respeito ao meio ambiente e o atendimento às leis vigentes.
A BBC Brasil também procurou a OAS e a Santa Bárbara (construtoras envolvidas na construção ou reforma de outros três estádios), mas elas não se manifestaram sobre as críticas.

Colaborou Paulo Cabral, da BBC em São Paulo

Veja o tamanho do escândalo


VAPT VUPT Notícias Apimentadas - quarta-feira - 26 de outubro de 2011.
A CONSTATAÇÃO...

No livro "O Chefe", de Ivo Patarra, ele escreveu o que agora vem ao conhecimento geral (vide trechos do capítulo 13). Observe que o autor cita Orlando Silva e Agnelo Queiroz como envolvidos nos fatos que ocupam a imprensa atualmente. Das várias hipóteses levantadas, parece que essa seja a grande preocupação da Presidente da República em preservar a "presunção de inocência" do seu ministro do Esporte, Orlando Silva. É que  se ele deixar de ser ministro perderá a prerrogativa de foro e a possibilidade de se tornar um novo Durval Barbosa (delator do mensalão do DEM) é grande. Caso isso aconteça, a casa vai cair...Com bastante atraso, mas vai...
Essa roubalheira  não pode terminar em PIZZA como aconteceu com o mensalão dos 40 + 1.


"Capítulo 13
Em 5 anos, Lula repassou R$ 12,6 bilhões para ONGs. Dinheiro para amigos, mal fiscalizado
A administração Lula repassou R$ 12,6 bilhões a 7.700 ONGs (Organizações Não-Governamentais) por meio de 20 mil convênios entre 2003 e 2007. Apesar dos valores expressivos, não havia mecanismos para selecionar adequadamente as entidades escolhidas como prestadoras de serviço. Quase não existiu controle na aplicação dos recursos federais, nem rigor na hora de acertar as contas. Suspeitou-se de desvios. Parte do dinheiro poderia ter sido embolsada por gente amiga. A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) encarregada de apurar irregularidades quase não avançou. Os governistas travaram as investigações. Não houve quebra de sigilos bancários e fiscais para identificar responsáveis pela eventual roubalheira.
A proposta para criar a CPI surgiu após a identificação de Jorge Lorenzetti, o amigo e churrasqueiro de Lula, como protagonista do escândalo do dossiê, no final de 2006. Na época Jorge Lorenzetti fora apontado pela Polícia Federal como o responsável pela articulação da compra do tal dossiê. Ele também era colaborador de uma ONG, a rede Unitrabalho, suspeita de desvios. A Unitrabalho recebeu R$ 5,4 milhões da Fundação Banco do Brasil.
As denúncias respingaram em Ideli Salvatti (PT-SC), então líder do partido do presidente da República no Senado. Ela teria ligações com a ONG Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul, que recebeu R$ 5,2 milhões do Governo Federal entre os anos de 2003 e 2007. Suspeitava-se que parte do dinheiro destinado à formação e qualificação de mão-de-obra rural teria sido usada em campanhas do PT. A filha de Jorge Lorenzetti, Natália, aliás, trabalhava no gabinete da senadora Ideli Salvatti.
Associou-se ainda o nome de Jorge Lorenzetti ao de outra ONG de Santa Catarina, a Rede 13. Entre os fundadores da entidade estava Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente Lula. A ONG funcionaria como um braço do programa Fome Zero e teria recebido R$ 7,5 milhões do Governo Federal até ser extinta. A oposição suspeitou da Rede 13, que também serviria para repassar dinheiro público a integrantes do PT.
(...)
Enquanto Agnelo Queiroz foi ministro do Esporte, beneficiou sua base eleitoral em Brasília. As ONGs Associação João Dias de Kung Fu, Federação Brasiliense de Kung Fu, Associação dos Funcionários do Ceub e Associação Gomes de Matos receberam R$ 4,7 milhões. Houve acusações sobre a existência de listas de assinaturas simuladas para forjar frequências em cursos e de notas fiscais frias para justificar despesas a dirigentes do PC do B.
Quando Agnelo Queiroz foi substituído por Orlando Silva (PC do B-SP), o Ministério do Esporte continuou a priorizar a distribuição de recursos em favor de ONGs. Mas priorizou São Paulo, base eleitoral do novo ministro. Dos R$ 14,1 milhões distribuídos a entidades não-governamentais por Orlando Silva no início de seu mandato, a maior beneficiária foi a Confederação Nacional das Associações de Moradores, com sede na capital paulista. Recebeu R$ 5,2 milhões. A presidente da entidade era filiada ao PC do B, da mesma forma que os dirigentes de outras quatro ONGs agraciadas por Orlando Silva. Juntas, as entidades paparam outros R$ 8,9 milhões.
A ONG Bola Pra Frente, com sede em Jaguariúna (SP), recebeu R$ 8,5 milhões em 2008. Foi o terceiro maior repasse a uma entidade privada sem fins lucrativos feito pelo Ministério do Esporte naquele ano. O problema é que a presidente da ONG, vereadora Karina Valéria Rodrigues, era filiada ao mesmo PC do B do qual fazia parte Orlando Silva. Karina Valéria Rodrigues, por sua vez, escolheu a RNC Comércio de Produtos Alimentícios e Artigos Esportivos para fornecer alimentos por dois anos à sua ONG. Valor do contrato: R$ 4,4 milhões. A RNC foi a maior doadora da campanha de Karina."

OS GENERAIS PRESIDENTES E SUAS FORTUNAS

OS GENERAIS PRESIDENTES E SUAS FORTUNAS
Por Carlos Chagas - Jornalista
"Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Claro que no reverso da medalha foi promovida ampla modernização de nossas estruturas materiais. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos."
Mas uma evidência salta aos olhos.
Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.
Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.
Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu, precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.
Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.
João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade.
Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos depois colocaram à venda, ao que parece em estado lamentável de conservação.
Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram, nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.
Bem diferente dos tempos atuais, não é? "
Por exemplo o Lulinha, filho do Lula, era até pouco tempo atrás funcionário do Butantã/SP, com um salário (já na peixada politica) de R$ 1200,00 e hoje é proprietário de uma fazenda em Araraquara, adquirida por 47 milhões de reais, e detalhe, comprada a vista.
Centenas de outros politicos, também trilharam e trilham o mesmo caminho.
Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos politicos, garanto que 95% não passariam, seria comprovado destes o enriquecimento ilícito.
Como diria Boris Casoy:
"Isto é uma vergonha" e pior, ninguém faz nada".
 
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sábado, 15 de outubro de 2011

DIREITA VERSUS ESQUERDA- O DEBATE


Publico o texto abaixo e não cito a fonte, pois recebi via e-mail sem a fonte, O publico, pois é algo que sde identifica com o que tenho comentado com meus amigos e alunos a vários anos , e encontrei alguém que consegue externar isto maravilhosamente bem.... ( Paulo Bastos)

Direita versus Esquerda

 Não é que é verdade?
Segundo Margareth Tacther, o socialismo dura enquanto durar o dinheiro dos outros!

·         Quando uma pessoa de direita não gosta de armas, não as compra.
·        Quando uma pessoa de esquerda não gosta das armas, proíbe que você as possua.
·        Quando uma pessoa de direita é vegetariana, não come carne.
·        Quando uma pessoa de esquerda é vegetariana, faz campanha contra os produtos à base de proteínas animais.
·        Quando uma pessoa de direita é homossexual, vive tranquilamente a sua vida como tal.
·        Quando uma pessoa de esquerda é homossexual, faz um movimento com alarde para que todos  também se tornem homossexuais e os respeitem.
·        Quando uma pessoa de direita é prejudicada no trabalho, reflete sobre a forma  de sair dessa situação e age em conformidade.
·        Quando uma pessoa de esquerda é prejudicada no trabalho, levanta uma queixa contra a discriminação de que foi alvo e vai à Justiça do Trabalho pedir indenização por dano moral (e o pior: ganha!).
·        Quando uma pessoa de direita não gosta de um debate transmitido pela televisão, desliga a televisão ou muda de canal.
·        Quando uma pessoa de esquerda não gosta  de um debate transmitido pela televisão, quer entrar na justiça contra os sacanas que dizem essas sandices. Se for o caso disso, uma pequena queixa por difamação será bem-vinda.
·        Quando uma pessoa de direita é ateu, não vai à igreja, nem à sinagoga e nem à mesquita.
·        Quando uma pessoa de esquerda é ateu, quer que nenhuma alusão a Deus ou a uma religião seja feita na esfera pública, exceto para o Islã (com medo de retaliações provavelmente).
·        - Quando uma pessoa de direita, mesmo sem dinheiro disponível, tem necessidade de cuidados médicos, vai ver o seu médico e, a seguir, compra os medicamentos receitados.
·        Quando uma pessoa de esquerda tem necessidade de cuidados médicos, recorre à solidariedade nacional
·        Quando a economia vai mal, a pessoa de direita diz que é necessário arregaçar as mangas e trabalhar mais.
·        Quando a economia vai mal, a pessoa de esquerda diz que os sacanas dos proprietários são os responsáveis e punem o país.

Teste final:

Quando uma pessoa de direita lê esse texto, o repassa.Quando uma pessoa de esquerda lê esse teste, fica braba e não o reenvia - além de querer processar e prender quem escreveu...

BOICOTE AO CARRO ZERO

Isso é ridículo!! Só brasileiro pra suportar sem reclamar.

E a Sra. Presidente e o Sr. Ministro da Fazenda têm a cara de pau de dizer que as montadoras injustificadamente favorecidas por esse casuísmo "investem em desenvolvimento" no Brasil.
Desenvolvimento de que? Carroças?
Nem disso...
Agora é a Hora! Acorda Brasil!
Face ao “nefasto” aumento de IPI para carros importados (de qualidade muito superior, diga-se), é a hora de darmos um basta na farra das montadoras no Brasil.
Somos o único país que vende TODO e QUALQUER carro, independente de preço, marca, QUALIDADE! Que tara é essa por carro?

Somos o único (SIM, O ÚNICO), país do mundo, que fabrica carros 1.0.
Somos o único país do mundo, que fabrica carros com rodas Aro 14 sem direção hidráulica.
Somos o Único País Tropical do mundo, que vende carro com ar condicionado como opcional. Nos outros países quentes como o nosso, ele vem de série em todos os modelos.
Somos o único país do mundo, que ainda tem carros saindo de fábrica sem Airbag e Freios ABS! E ai de você se for incluir como opcionais, vai se assustar com o valor!

Somos o único país do mundo que tem investimento 0 (eu disse 0) para carros movidos a energia elétrica!
Somos o único país do mundo que ainda tem como padrão o câmbio manual.
Somos o único país do mundo, em que um Celta custa o mesmo que um Honda City nos EUA ou México!

Somos o único país do mundo, em que um Gol G5 (com volante torto) custa a mesma coisa que um Civic nos Eua ou na Europa!
Somos o único país do mundo onde o carro zero km mais barato (Ford Ka peladíssimo)  custa mais de QUARENTA salários mínimos!
Somos o único país do mundo onde o povo financia um carro básico, 0km, a preço de carro de luxo nos EUA ou Europa e ainda paga, no final do prazo, dois carros.
E CONTINUAM COMPRANDO!
Isso tudo sem levar em consideração o custo com manutenção, licenciamento, COMBUSTÍVEL (lembra que o Lula disse que eramos autosuficientes? Então porque importa petróleo?)

Por isso, você, brasileiro idiota (assim como eu), que está acostumado a pagar preços exorbitantes, por qualidade ZERO, faça um exercício mental e espiritual e diga: NÃO VOU COMPRAR CARRO NACIONAL 0KM, ATÉ TER PADRÃO DE QUALIDADE INTERNACIONAL, E PREÇO JUSTO!

As montadoras culpam demasiadamente o governo pelos altos impostos (que de fato são altos), porém, elas mesmas sustentam um cartel monstruoso, que visa ter o maior lucro do planeta!

Sim, o maior lucro da Volkswagen no mundo está aqui. Apesar de fabricarem a maior parte do portifólio aqui no Brasil, a VW vende seus carros a preço de Euro! Faça as contas!
Ford, Fiat e GM idem! E o pior, oferecendo carros de baixíssima qualidade!

Portanto, agora que você, consumidor, já sabe da realidade, faça um pacto com seu colega de trabalho, deixe de impressionar seu vizinho, e de ser aparecido com carro 1.0, e passe 1 ano sem trocar de carro!

Precisamos de apenas 1 ano (sim 1 ano, passa rápido), para mudar o jogo.

Estas medidas sim, fazem um país mudar! Ou você acha que os americanos, japoneses e alemães andam de carro 1.0 sem direção elétrica/hidráulica e ar condicionado? A GM que tente vender um Celta nos EUA.... seria o fim da marca.

É Hora do Basta! Encaminhe este e-mail para todos que você conhece.

Atenciosamente.
CAMPANHA NACIONAL - BOICOTE AO 0KM - AGORA É A HORA! ACORDA BRASIL

ARRASEM COM A CLASSE "MERDIA" BRASILEIRA


Impressionante como o governo trata os brasileiros. Basta a classe média, que é quem sustenta este pais, começar a sonhar um pouco mais alto e lá vem o governo para abiscoitar seu sonho. Serei claro sobre esta premissa.
Quando digo que é classe média quem sustenta este país, quero dizer que como a classe média não pode se proteger, pois é assalariada e tem os seus tributos diretos descontados em folha de pagamento (o IR Pessoa Física por exemplo).  É a única, ou melhor, é a classe sócio-econômica que mais contribui com a tributação, pois os pobres não têm renda suficiente nem para fazer três refeições diárias como vão pagar impostos diretos. Os ricos se utilizam de artifícios contábeis para não pagar impostos, por exemplo descarregando as suas despesas (escola, saúde, gasolina, viagens, condomínio, despesas com amantes e outras)  na conta da empresa, ganhando duas vezes: como pessoa física e como sócios-proprietários destas empresas que tem “um custo” insuflado por estas  despesas pagando por conseguinte menos impostos ( inclusive o IR, pessoa jurídica).
Com a chegada dos carros importados, que modificaram o cenário automobilístico nacional, dando razão ao velho profeta Collor de Melo que as chamava de carroças, e elas realmente eram e continuam sendo, é só olhar os WVs, os FIATs, os Fords, os Chevorlets, e tantas outras porcarias que aqui nos chamamos aqui de automóveis, e os comparamos com a tecnologia, designe  e beleza dos carros importados, e principalmente preços baixos (o que irrita a esquerda burra no Brasil: onde já se viu burguês poder comprar carro bom e barato).
Atendendo ao lobbie das montadoras nacionais (montadoras, pois elas não fabricam nada de nadica) o Governo Brasileiro resolveu aumentar a carga tributaria destes importados que estão prejudicando essas montadoras de ganharem muito dinheiro—, não é só ganhar é ganhar muito sem fazer força e sem concorrência.
Então, dane-se a classe média que mais uma vez é chamada a fazer sacrifico para que estes capitalistas estrangeiros (VW, FIAT, Chevrolet e Ford—o quarteto fantástico do atraso tecnológico nacional) continue a faturar e o nosso sonho de consumo vai por água a abaixo. Mas, desde quando a “classe mérdia” merece sonhar.
Por isto somos solidário ao movimento de boicote destas marcas pseudo-nacionais.

QUE VENHAM OS COREANOS, OS CHINESES OS PORTUGUESES OU QUEM QUE SEJA DESDE QUE O PRODUTO SEJA BOM, BARATO E DE TECNOLOGIA DE PONTA.



FIQUEMOS AGORA COM A REPORTAGEM ABAIXO QUE CONFIRMA O QUE ACIMA APONTAMOS.
 




Brasil é questionado na OMC por alta do IPI

Por AE | Agência Estado – 1 hora 22 minutos atrás

Os maiores exportadores mundiais de carros acionam a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) pelo Brasil para carros importados. Eles acusam o governo de Dilma Rousseff de usar o real valorizado para justificar medidas protecionistas e violar compromissos assumidos por chefes de governo no G-20.
Há um mês, o governo anunciou a elevação de 30 pontos porcentuais nas alíquotas de IPI para veículos com menos de 65% de conteúdo nacional. Antes, o tributo variava de 7% a 25%; com a medida, passou para 37% a 55%.
Ontem, conforme havia noticiado o jornal Valor Econômico, o primeiro país a lançar o questionamento foi o Japão. Mas a Coreia do Sul também aderiu à iniciativa e governos como o dos EUA, Europa e Austrália se uniram à ofensiva contra a medida. Para esses países, a nova regra pode ser consideradas uma violações das leis internacionais e seriam "discriminatórias". Elas ferem acordos que regulam investimentos e ainda as regras de que um país deve tratar um produto importado da mesma forma que um nacional.
Por enquanto, não se trata de uma disputa nos tribunais da OMC. Os países usaram um comitê técnico dedicado a assuntos de acesso a mercados para fazer o questionamento. Mas experientes negociadores em Genebra dizem que a decisão de levar o caso à OMC é um "sinal político" que o Brasil será pressionado a rever suas leis e, num segundo momento, o caso poderia parar nos tribunais.
O Japão deixou quer negociar uma revisão da medida e tratará do assunto com o Brasil de forma bilateral e em fóruns multilaterais. "Estamos profundamente preocupados com a inconsistência da medida e com seu impacto no comércio", declarou a delegação japonesa na OMC. "As medidas ferem as regras comerciais internacionais", afirmou a diplomacia coreana.
A avaliação dos governos da UE e dos EUA foi também de que compartilhavam a preocupação do Japão e prometeram continuar monitorando a atitude brasileira. Em declarações ao Estado, diplomatas de Bruxelas e Washington admitiram temer que a medida brasileira seja repetida por outros grandes mercados emergentes. "Esse é um exemplo que não queremos ver repetido em outras partes", afirmou um diplomata americano.
Em Bruxelas, negociadores europeus admitiram que estão estudando a medida brasileira e não descartam um questionamento legal. Porém, montadoras que têm origem na Europa estão entre as que serão beneficiadas pela medida.
Para Brasília, o Japão e a Coreia podem apenas ter dado um sinal, já que estariam sob pressão das indústrias nacionais. Tanto é que escolheram o comitê de mais baixo perfil para o questionamento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo