domingo, 7 de agosto de 2011

O Megalonanico na Defesa: militares reagem entre o escárnio e o desconsolo. A escolha é de Lula PDF Imprimir E-mail
05 de agosto de 2011

Qual será a política de Defesa do homem que alinhou o Brasil com Hugo Chávez, Daniel Ortega, Manuel Zelaya, os irmãos Castro, Rafael Correa, Evo Morales e, de um modo um tanto oblíquo, com as Farc? Amorim foi um dos protagonistas do esforço para condenar a Colômbia na OEA quando o país destruiu um acampamento do terrorista Raúl Reys no Equador. Quando armas venezuelanas foram encontradas com os narcoterroristas colombianos — o que o próprio Chávez admitiu — , o nosso então chanceler teve o topete de pôr a informação em dúvida. Também submeteu o Brasil a um vexame planetário como arquiteto do tal “acordo” com o Irã.
Por Reinaldo Azevedo (*)

Conversei ontem à noite com um general do Exército, cujo nome não declinarei por motivos óbvios, sobre a indicação de Celso Amorim para o Ministério da Defesa. Suas palavras são uma boa síntese de como os militares receberam a decisão: “Só não vou dizer que se trata de uma provocação, de uma escolha maliciosa, porque pode ser algo ainda pior do que isso: tenho para mim que a presidente Dilma Rousseff não tem noção do que está fazendo nessa área”. Lancei uma pequena provocação: “Chegou-se a falar no deputado Aldo Rebelo, que é do PC do B, o partido que fez a guerrilha do Araguaia. Seria preferível a Amorim?” O general não hesitou: “Seria! Parece-me que o deputado Aldo tem tido um comportamento muito correto na Câmara e tem se tornado notável por defender os interesses nacionais contra certo globalismo que não dá a mínima para o país porque obedece a comandos que não têm pátria”.
A sensação geral é esta: “Dilma exagerou na dose”. Nelson Jobim gozava da confiança dos militares, que viam nele um ministro realmente empenhado na capacitação e na profissionalização das Forças Armadas. Mais: avaliavam que ele se movia com certa independência em relação ao jogo político-partidário mais raso, preservando a área militar de politizações inoportunas. Dada a trajetória de Amorim no Ministério das Relações Exteriores, temem a ideologização dos temas ligados à Defesa. Entre os militares, o novo ministro é visto como um esquerdista arrogante, incompetente e meio doidivanas.
O meu interlocutor não perdoa: “Enquanto se travava por aqui uma batalha insana para rever a Lei da Anistia, estimulada por ministros, o Itamaraty se perfilava com ditadores e protoditadores da América Latina, da África e do Oriente Médio, o que manchou a reputação do Brasil. E o pior é que fez tudo isso para supostamente pôr o nosso país num patamar superior na ordem mundial. Foi um fiasco. Colhemos o resultado contrário. Passaram a nos ver como um povo que faz pouco caso dos direitos humanos.” O general não tem dúvida de que a escolha não é de Dilma, mas de Lula, e lembra: “O curioso é que ele está impondo a ela um nome que ele próprio não indicaria; não para a Defesa ao menos”.
Os militares emitirão algum sinal de protesto? Não! Profissionais, fiéis à hierarquia, vão se subordinar ao chefe, mas certos de que a escolha tem um potencial desastroso.
AcinteQual será a política de Defesa do homem que alinhou o Brasil com Hugo Chávez, Daniel Ortega, Manuel Zelaya, os irmãos Castro, Rafael Correa, Evo Morales e, de um modo um tanto oblíquo, com as Farc? Amorim foi um dos protagonistas do esforço para condenar a Colômbia na OEA quando o país destruiu um acampamento do terrorista Raúl Reys no Equador. Quando armas venezuelanas foram encontradas com os narcoterroristas colombianos — o que o próprio Chávez admitiu — , o nosso então chanceler teve o topete de pôr a informação em dúvida. Também submeteu o Brasil a um vexame planetário como arquiteto do tal “acordo” com o Irã.
À frente do Itamaraty (republico a informação no post abaixo), Amorim perdeu rigorosamente todas as batalhas em que se meteu. O Brasil é hoje visto, internacionalmente, como um país que dá de ombros para os direitos humanos. No auge da indigência intelectual e política, este senhor redigiu, em julho de 2010, uma carta, entregue aos países-membros da ONU, defendendo que o organismo evitasse condenar os países por violação dos direitos humanos. Segundo este gigante da diplomacia, a condenação é contraproducente. Deve-se buscar sempre o diálogo. No documento, sustenta o Itamaraty:
“Hoje, o Conselho de Direitos Humanos da ONU vai diretamente para um contencioso (…). Elas [as condenações] servem aos interesses daqueles que estão fechados ao diálogo, já que lhes dá uma espécie de argumento de que há seletividade e politização”.
Essa é a razão por que o país se alinhou com aqueles que defendem uma reação branda aos assassinatos promovidos na Síria por Bashar Al Assad. Mas Amorim tem suas preferências. Se jamais censurou ditaduras facinorosas, não perdeu uma chance de condenar a democracia israelense. Como não tem senso de proporção nem de ridículo, levou o Brasil a defender a inclusão dos terroristas do Hamas numa negociação de paz, mas jamais abriu diálogo com a oposição democrática iraniana, por exemplo. O Brasil nunca disse uma vírgula sobre a cooperação militar da Venezuela com a Rússia e com o Irã, mas tentou impedir a ampliação da presença de americanos em bases na Colômbia para combater o narcotráfico porque julgava uma interferência indevida dos EUA na América do Sul.
Não sei não…Como vai se comportar, à frente da Defesa, um petista que exercita uma retórica a um só tempo provinciana e megalômana — vale dizer: megalonanica —, que vislumbra um Brasil potência, pronto a arrostar com os gigantes, mas endossa as expressões políticas mais primitivas e antidemocráticas do mundo, muito especialmente as da América Latina, ancorado num antiamericanismo bocó?
Quando alguém é indicado para o ministério, cumpre anaisar a sua obra. Abaixo, segue uma síntese dos serviços prestados por Celso Amorim no Itamaraty. Vocês conhecem a lista, mas preciso, uma vez mais, colar a obra ao homem.NOME PARA A OMCAmorim tentou emplacar Luís Felipe de Seixas Corrêa na Organização Mundial do Comércio em 2005. Perdeu. Sabem qual foi o único país latino-americano que votou no Brasil? O Panamá!!! Culpa do Itamaraty, não de Seixas Corrêa.
OMC DE NOVOO Brasil indicou Ellen Gracie em 2009. Perdeu de novo. Culpa do Itamaraty, não de Gracie.
NOME PARA O BIDTambém em 2005, o Brasil tentou João Sayad na presidência do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Deu errado outra vez. Dos nove membros, só quatro votaram no Brasil - do Mercosul, apenas um: a Argentina. Culpa do Itamaraty, não de Sayad.
ONUO Brasil tenta, como obsessão, a ampliação (e uma vaga permanente) do Conselho de Segurança da ONU. Quem não quer? Parte da resistência ativa à pretensão está justamente no continente: México, Argentina e, por motivos óbvios e justificados, a Colômbia.
CHINAO Brasil concedeu à China o status de “economia de mercado”, o que é uma piada, em troca de um possível apoio daquele país à ampliação do número de vagas permanentes no Conselho de Segurança da ONU. A China topou, levou o que queria e passou a lutar… contra a ampliação do conselho. Chineses fazem negócos há uns cinco mil anos, os petistas, há apenas 30…
DITADURAS ÁRABESSob o reinado dos trapalhões do Itamaraty, Lula fez um périplo pelas ditaduras árabes do Oriente Médio.
CÚPULA DE ANÕESEm maio de 2005, no extremo da ridicularia, o Brasil realizou a cúpula América do Sul-Países Árabes. Era Lula estreando como rival de George W. Bush, se é que vocês me entendem. Falando a um bando de ditadores, alguns deles financiadores do terrorismo, o Apedeuta celebrou o exercício de democracia e de tolerância… No Irã, agora, ele tentou ser rival de Barack Obama…
ISRAEL E SUDÃOA política externa brasileira tem sido de um ridículo sem fim. Em 2006, o país votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, mas, no ano anterior, negara-se a condenar o governo do Sudão por proteger uma milícia genocida, que praticou os massacres de Darfur - mais de 300 mil mortos! Por que o Brasil quer tanto uma vaga no Conselho de Segurança da ONU? Que senso tão atilado de justiça exibe para fazer tal pleito?
FARCO Brasil, na prática, declara a sua neutralidade na luta entre o governo constitucional da Colômbia e os terroristas da Farc. Já escrevi muito a respeito.
RODADA DOHAO Itamaraty fez o Brasil apostar tudo na Rodada Doha, que foi para o vinagre. Quando viu tudo desmoronar, Amorim não teve dúvida: atacou os Estados Unidos.
UNESCOAmorim apoiou para o comando da Unesco o egípcio anti-semita e potencial queimador de livros Farouk Hosni. Ganhou a búlgara Irina Bukova. Para endossar o nome de Hosni, Amorim desprezou o brasileiro Márcio Barbosa, que contaria com o apoio tranqüilo dos Estados unidos e dos países europeus. Chutou um brasileiro, apoiou um egípcio, e venceu uma búlgara.
HONDURASO Brasil apoiou o golpista Manuel Zelaya e incentivou, na prática, uma tentativa de guerra civil no país. Perdeu! Honduras realizou eleições limpas e democráticas. Lula não reconhece o governo.
AMÉRICA DO SULPaíses sul-americanos pintam e bordam com o Brasil. Evo Morales, o índio de araque, nos tomou a Petrobras, incentivado por Hugo Chávez, que o Brasil trata como uma democrata irretocável. Como paga, promove a entrada do Beiçola de Caracas no Mercosul. A Argentina impõe barreiras comerciais à vontade. E o Brasil compreende. O Paraguai decidiu rasgar o contrato de Itaipu. E o Equador já chegou a seqüestrar brasileiros. Mas somos muito compreensivos. Atitudes hostis, na América Latina, até agora, só com a democracia colombiana. Chamam a isso “pragmatismo”.
CUBA, PRESOS E BANDIDOSLula visitou Cuba, de novo, no meio da crise provocada pela morte do dissidente Orlando Zapata. Comparou os presos políticos que fazem greve de fome a bandidos comuns do Brasil. Era a política externa de Amorim em ação.
IRÃ, PROTESTOS E FUTEBOLAntes do apoio explícito ao programa nuclear e do vexame com o tal “acordo”, Lula já havia demonstrado suas simpatias por Ahmadinjead e comparado os protestos das oposições contra as fraudes eleitorais à reclamação de uma torcida cujo time perde um jogo. Amorim foi o homem a promover essa parceria…



(*) Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-megalonanico-na-defesa-militares-reagem-entre-o-escarnio-e-o-desconsolo-a-escolha-e-de-lula/
quarta-feira, 20 de abril de 2011 | 12:05

Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.

Recebemos  do comentarista Mário Assis Causanilhas este artigo sobre o nióbio, sem a menção do órgão de comunicação, site ou blog de onde foi extraído. Por sua importância, decidimos postá-lo aqui na Tribuna da Imprensa, para conhecimento de nossos comentaristas e leitores. (Carlos Newton, editor do blog)
Júlio Ferreira
A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.

postado no site ;
http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17578

Militares veem em Amorim a ''pior'' opção

Para generais, decepção só é comparável à escolha de Viegas no início do governo Lula

05 de agosto de 2011 | 0h 00


Tânia Monteiro / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

A escolha do ex-chanceler Celso Amorim para substituir Nelson Jobim no Ministério da Defesa desagradou a almirantes, generais e brigadeiros e foi considerada "a pior surpresa" dos últimos tempos pelos militares, só comparável à escolha de José Viegas Filho, também diplomata, no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, para o mesmo cargo.
No caso de Celso Amorim, de acordo com oficiais-generais da ativa ouvidos pelo Estado - e que não podem se identificar para não quebrar o regulamento disciplinar - a situação é ainda mais delicada. Todos eles conhecem as posições assumidas pelo ex-chanceler em sua passagem pelo Itamaraty, quando, segundo avaliam, ele "contrariou princípios e valores" dos militares.
Apesar de toda contrariedade, os militares, disciplinados, não pensam em tomar qualquer atitude contra o novo ministro da Defesa. Não há o que fazer, além de bater continência para o sucessor de Nelson Jobim. Para os militares, a escolha de Amorim tem "o dedo de Lula", dizem.
Dilma Rousseff é a presidente da República e cabe a ela escolher o novo ministro da Defesa e, aos militares, acatar a decisão. "É quase como nomear o flamenguista Márcio Braga para o cargo de presidente do Fluminense ou do Vasco, ou vascaíno Roberto Dinamite como presidente do Flamengo", comentou um militar, recorrendo a uma imagem futebolística e resumindo o sentimento de "desgosto" da categoria. "O governo está apostando na crise", observou outro oficial-general, explicando que Jobim conquistou autoridade mas ninguém sabe como será a reação da tropa caso haja algum problema que obrigue Amorim a fazer valer sua autoridade.
O maior desafio para os militares é que, durante todo o governo Lula, Celso Amorim usou a ideologia para tomar decisões e conduzir a política externa brasileira. Além disso, Amorim priorizou a relação com Fidel Castro, de Cuba, e Hugo Chávez, da Venezuela, além de Mahmmoud Ahmadinejad, do Irã. "Ele colocou o MRE a serviço do partido", salientou outro militar, acrescentando que temem, por exemplo, a forma de condução do programa nuclear brasileiro. Isso porque Amorim sempre defendem , segundo esses oficiais, posições "perigosas" no que se refere aos programas de pesquisa que constam nos planos das Forças Armadas.
Outro oficial salientou ainda que, em vários episódios, Jobim, saiu em defesa dos militares, inclusive contra a posição de Amorim. "E agora, quem nos defenderá?", observou ele, acrescentando que temem até o risco de uma certa politização do processo de promoção dos militares.
Depois de reconhecer que os militares estão subordinados ao poder civil, um oficial-general questionou por que colocá-los abaixo de outra categoria.
Outro militar fez questão de lembrar que, durante os anos em que foi ministro das Relações Exteriores, Amorim nunca contrariou ninguém durante sua gestão e quando sua posição foi colocada em xeque, mudou de opinião. Isso, na área militar é muito ruim.

Continuando, na sequência temos :

Diplomacia ideológica marcou gestão sob Lula

05 de agosto de 2011
João Domingos / BRASÍLIA e Denise Chrispim Marin - O Estado de S.Paulo
CORRESPONDENTE / WASHINGTON
PERFIL
Celso Amorim, novo ministro da Defesa
Patrocinador de uma política externa ideológica com foco em países periféricos e filiado ao PT por inspiração do ex-presidente Lula, Celso Amorim colecionou polêmicas à frente das Relações Exteriores. Já na sua posse, nomeou o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ideólogo favorável ao viés antiamearicano na política exterior brasileira, como secretário-geral das Relações Exteriores, o segundo cargo da Casa.
No caso mais notório de sua gestão, meteu-se na questão nuclear do Irã, atraindo a censura dos países mais ricos. A insistência dele na negociação do Tratado de Teerã, em 2010, pelo qual o Irã se comprometeria com o Brasil e a Turquia a trocar urânio enriquecido por combustível nuclear, é considerada o maior equívoco de sua gestão no meio diplomático.
O acordo e a forma como deu-se publicidade ao texto arruinaram as relações com os EUA até março passado, quando o presidente americano, Barack Obama, visitou Dilma Rousseff em Brasília.
Ministro dos governos Itamar Franco (1992-94) e Lula (2003-10), o chanceler foi responsável pelo direcionamento da política externa brasileira ao Oriente Médio, à América do Sul, à África e a demais nações emergentes. Alinhavou a cooperação sistemática do Brasil com a África do Sul e a Índia (Ibas) e foi astuto para trabalhar a criação do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), a partir de um acrônimo do Goldman Sachs para se referir aos emergentes. Também estreitou laços diplomáticos com Cuba, Síria, Líbia e Irã.
Amorim liderou o boicote dos países da Organização dos Estados Americanos (OEA) ao governo de Roberto Michelletti, que assumiu a presidência de Honduras em 2009, depois de um golpe militar que derrubou o presidente eleito Manuel Zelaya. Como resultado das negociações de Amorim, a OEA excluiu Honduras do grupo de países americanos.
Ele foi também importante articulador na formulação de grupos como o G-20, na frente multilateral contra o protecionismo comercial dos EUA e da Europa e na tentativa de reformular a Organização das Nações Unidas. Durante sua gestão, o Brasil enfrentou algumas crises com seus vizinhos, como a Bolívia e o Equador. Em 2006, o presidente boliviano, Evo Morales, anunciou a nacionalização do gás e do petróleo. O exército do vizinho ocupou as empresas estrangeiras, entre elas a Petrobrás, que explorava os dois principais campos de gás. Amorim disse que a nacionalização já era esperada, o que foi criticado no Brasil.
Ao fim do governo Lula, Amorim, nos bastidores, admitia o desejo de continuar ministro no governo Dilma.

PAULO BASTOS COMENTA
A mídia começou a publicar algum que me incomoda muito, é esta história de que “os militares estão com medo de que o Amorim....”.  Nós não estamos com medo de nada, estamos sim estarrecidos como os critério que se usam neste pais e nestes últimos 3 governos em particular para se indicar alguém a cargo publico. Alias não há critérios, não se considera o interesse público para o provimento. Parece que tudo é feito a galega....
Aos militares pouco importa se o Ministro da Defesa é civil ou militar, desejamos que seja probo, honesto, voltado para os interesses maiores do Brasil,  capacitado, que conheça o nosso ‘métier’, tenha vivência de nossas particularidades e da caserna.
O cara que tá saindo não era lá estas coisas não: vaidoso, um verdadeiro pavão que gostava de se fantasiar de milico. Este outro que chega dispensa comentários. Nunca dantes as relações internacionais do Brasil estiveram tão na contra mão da história, nunca dantes se viu tantos erros primários na condução da nossa política externa (Batisti que o diga).
O que nos preocupa é a falta de consideração, o desconhecimento, o ressentimento que este governo demonstra para com os militares. A indicação deste cidadão é prova latente de que vem ferro por ai e só esperar e ve............

sexta-feira, 22 de julho de 2011

VISTO PARA VIAGEM AOS EUA

Agencia Brasil
21/07/2011
 Comentário: Números extraordinários !
 Em nove meses, Estados Unidos já emitiram mais de meio milhão de vistos a brasileiros

Cerca de 1 milhão de brasileiros viajam para os Estados Unidos (EUA) por ano. Segundo a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, desde 2006, a demanda por vistos cresceu 230%. Apenas em 2010, o Consulado Geral dos EUA em S?o Paulo emitiu quase 320 mil vistos de imigrante (que não vai fixar residência no pais), mais do que qualquer outra se??o consular dos Estados Unidos no mundo.

Para atender a esse contingente de viajantes, a embaixada em Bras?lia e os consulados em S?o Paulo e no Rio de Janeiro v?o abrir s?bado, dia 23, para um mutirão de emissão de vistos. A embaixada espera atender a 3 mil brasileiros que não tem a possibilidade de requisitar o visto durante a semana. A procura é tanta que as vagas para agendamento já se esgotaram nas representações diplomáticas.

De acordo com Marco Ferraz, presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o aumentos do número de brasileiros que viajam para os EUA se deve, principalmente, a queda do dolar e ao crescimento econômico do Brasil. As viagens de lazer já estão na cestas de compra de boa parte dos brasileiros. E os Estados Unidos t?m tudo que o brasileiro gosta, como a oportunidades de fazer compras, já que eletrônicos e roupas de marca saem mais em conta lá do que no Brasil?, disse Ferraz.

Mas não são so as compras que atraem os brasileiros. Os negocios entre Brasil e EUA cresceram e é cada vez maior o numero de pessoas que viajam a trabalho para a América do Norte. ? Os Estados Unidos t?m grandes congressos e convenções, muito procurados. Nesses casos, as pessoas acabam aliado a viagem a negócio com um pouco de lazer e turismo?, disse Ferraz.

De outubro de 2010 a junho deste ano, a Missão Diplomática do EUA no Brasil emitiu visto para 550 mil brasileiros. Mas Marco Ferraz reclama que a emissão do visto ainda é um processo muito burocrático e que é preciso se programar com antecedência para evitar problemas na ultima hora. Em media, quatro meses para conseguir o passaporte e o visto. O ideal é que o cliente só feche o pacote de viagem após a emissão do visto, para não ter que pagar multa pelo cancelamento da viagem?, explicou Ferraz.


PAULO BASTOS
 COMENTA
ÀS VEZES EU ME PERGUNTO QUE PAIS É ESTE?

Sinceramente não consigo entende o que faz uma pessoa se submeter a esta humilhação que é requerer visto para os EUA, diga-se de passagem, um país progressista, que deve ser belo, e ter muitas coisas interessantes para se ver.

Analisemos o anacrônico da questão: o brasileiro tem dinheiro para gastar no EUA, quer conhecer o pais porém precisa se submeter aos vexames que são toda hora noticiados pela mídia e contados pessoalmente por nossos amigos que já passaram por estas situações constrangedoras, e não poucas vezes tem seus vistos negados, além de terem que se deslocarem para outras cidades afim de consegui-lo ( antes só era fornecido o visto em Brasília depois de uma entrevista pessoal).

Mais ridículo ainda é a situação do nosso governo que aceita isto, pois existe uma regra no direto internacional que é da reciprocidade, ou seja deveríamos retaliar e aplicar as mesmas   regras para os norte-americanos que quisessem vir ao nosso pais, fosse para estudar, passear ou a negócios.

Apresento como sugestão:  Os vistos deveriam ser requeridos pessoalmente no consulado do Brasil no Alasca. Imagine só um americano que morasse na Flórida ou mesmo no Novo México teria que se deslocar até o longínquo Alaska, para ser entrevistado, sabatinado, espezinhado e só depois seria concedido o visto, sendo que obrigatoriamente 20% dos visto deveriam ser negados sob os mais cretinos dos argumentos, por exemplo que o gringo não tinha conseguido comprovar que a sua presença não comprometia segurança nacional do Brasil, ou ainda que ele era um risco para a proliferação das queimadas na Amazônia, comprometendo o seqüestro de carbono, ou que o EUA não tinham ratificado o protocolo de Kioto, que o cara era um eco terrorista a ou coisa do gênero.

Tenho certeza que com uma regra de reciprocidade desta os americanos acabariam com esta “frescura” e respeitariam o povo brasileiro.

Diz a velha máxima portuguesa: QUEM MUITO SE ABAIXA.....Os nossos últimos governos se abaixaram e se esqueceram de se levantar (desde a nacionalização de nossa refinaria pelo índio boliviano).   
AGORA RESPONDO: ESTE PAIS É A VERDADEIRA CASA DA MÃE JOANA,  acho até que ate a mãe Joana ja morreu e o governo nao sabe.
.

” Dolce fair nient”

” Dolce fair nient”

Férias. AH!!!!!!!!, Como é bom ficar de papo pro ar, no melhor dos
” Dolce fair nient”, junto com pessoas queridas e amadas, ainda mais se você estiver na Maravilhosa.

Quando Deus fez  o Rio estava de ótimo humor, e tenho certeza que tava pensado em mim...........pois é tudo de bom e muito mais do que mereço (..rs...).
Rio de janeiro é Belém sem açaí, tucupi e ver-o-peso, e sem brega nas rádios ( assim seria demais também né?).

Acrescente-se um componente a beleza natural exuberante: as mais belas mulheres do mundo estão ali: loiras, negras, amarelas, magras, gordinhas, enfim até a feinhas no Rio são bonitinhas.

Não interessa onde se nasceu. O cara que no Rio não se sente carioca ou é paulista ou precisa de um psiquiatra.

EU MEREÇO, POIS NINGUEM É DE FERRO......



 PAUSA PARA REFRESCAR JUNTO DA PESSOA QUE EU AMO A 30 ANOS

 FAMILIA PARAENSE SE REUNE É A CONFEITARIA COLOMBO O RIO

 CADE O GARÇON A MESA TA VAZIA  - PAPO SECO NAO RENDE NADA

 MARAVILHAAAAAAAAAAA .......RIOOOOOOOOOO

 AQUI O LANCE É COMO, BEBER , COME E BEER........

FRIOZINHO, SO AGRARADINHO NE? 

PRA TIRAR QUALQUER UM DO REGIME 

SHIRLEY PERDIDA ENTRE TANTAS OPÇÕES

Visita a ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS em 10.07.2011

Algumas fotos para matar a saudade

vista da frente da AMAN, junto ao monumeto do tenete expedicioario

                                                                                     




Placa existente na biblioteca Acadêmica que marca a fundação da Academia Militar de Rezende, atual AMAN
 ( Eu e Paulo  Segundo)



                                                       A beliza do salao monumetal
                                ( Eu e Shirely....Tava Muito frio este dia , perto de 12 graus)


                                                                                                                                                                                       Homenagem ao velho Borzega  

                                                                                                                                                                              
É a reverencia que nos os Infantantes ( os "pés-de-poeira") prestamos ao  coturno que conduz o infante morro acima em direção do inimigo rumo ao vitoria. O velho amigo depois de velho, usado e muito gasto não pode ser esquecido.

CULTO AS  TRADIÇÕES, A MORAL E A ETICA- SINONIMO DE AMAN
.


BANDEIRAS DOS PAISES QUE TEM CADETES ESTUDANDO NA AMAN
( REFEITORIO ACADEMICO) 


VISTA DO PATIO MAIS LONGO DO MUDO
( O CADETE DEMORA 4 LOGOS ANOS PARA PODER ATRAVESSÁ-LO)


quinta-feira, 21 de julho de 2011

A FARRA DOS CONCURSOS PÚBLICOS VAI ACABAR

Nomeação de aprovado em concurso poderá ser obrigatória 20/07/11 -

Para acabar com a incerteza que cerca a nomeação dos aprovados em concursos no país, o Senado poderá examinar, no próximo semestre, o PLS 154/11, do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que torna obrigatória nomeação de candidato aprovado em concurso público para provimento de cargos ou empregos públicos da União dentro das vagas previstas no edital.
O objetivo é assegurar os direitos dos aprovados, obrigando a administração pública a preencher, durante o período de validade do concurso, pelo menos todas as vagas previstas no edital.
Na prática, o projeto regulamenta entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que já tomou várias decisões assegurando a nomeação de candidato aprovado dentro do número de vagas.
Conforme o parlamentar, o projeto busca corrigir essa distorção, concedendo aos candidatos classificados "não apenas a expectativa de direito, mas o direito efetivo à nomeação".
"Não é moral, razoável ou justo que o Poder Público publique edital de concurso público, provocando a mobilização de dezenas ou mesmo centenas de milhares de candidatos que, uma vez aprovados e classificados dentro do número de vagas expressamente estabelecido no edital, veem seus esforços frustrados pela omissão do Poder Público em nomeá-los", argumenta o senador na proposta.
O projeto também veda a realização de concursos públicos exclusivamente para a formação de cadastro de reserva nos quais não haveria previsão do número de vagas colocadas em disputa.
A proposta determina ainda que o número de vagas colocadas em disputa "reflita as efetivas necessidades do serviço", de forma a promover a racionalidade na gestão de pessoal da administração e resguardar o interesse público.
A matéria será examinada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda designação do relator.
PEC
A proposta do senador Rodrigo Rollemberg é a mais recente dentre todas as matérias sobre esse tema em tramitação no Senado. Ela se junta a outras medidas apresentadas por parlamentares como a Proposta de Emenda à Constituição 48/04 - desarquivada no início desta legislatura a pedido do senador Paulo Paim (PT-RS) - e a PEC 22/11, encabeçada pelo senador Wellington Dias (PT-PI).
A primeira propõe a alteração do artigo 37 da Carta Magna para garantir o direito absoluto à nomeação e a investidura no cargo, pelo candidato aprovado no concurso público. Já a segunda sugere que a legislação seja alterada para que, no caso de suspensão de contratações de servidores, seja suspensa também a contagem do prazo de validade dos concursos públicos. Ambas também aguardam designação de relator na CCJ

Extraído de: Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal no...  - 23 horas atrás

(http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2780705/nomeacao-de-aprovado-em-concurso-
podera-ser-obrigatoria-20-07-11-15h04


PAULO BASTOS COMENTA :
Há muito tempo venho falando aos meus alunos em sala de aula que esta imoralidade dos concursos públicos, como é realizado hoje no Brasil, tem que acabar. O cadastro Reserva então é uma verdadeira aberração, contraria os princípios da moralidade administrativa, da boa-fé e da probidade e se constituí num verdadeiro estelionato da Administração contra os administrados.
Espero que este projeto atenda aos reais interesses dos cidadãos e seja um freio contra a tirania do Estado que se utiliza dos concurso para fazer caixa, contrariando a legislação em vigor e o interesse publico.
Parabéns ao Senado e vamos torcer para que tiro não saia pela culatra.,,,,