domingo, 26 de junho de 2011

DILMA NO INFERNO

HUMOR
Eu ao tenho culpa mandaram para mim...não tenho culpa!!!!
 
DILMA NO INFERNO -

Um carteiro que roubava cheque dos aposentados e pensionistas do INSS morre e chega ao inferno.

O demônio então vira pra ele e diz:

- Pelos pecados cometidos em vida, estás condenado, pela eternidade, a
ficar enterrado até o pescoço naquela piscina de m...!

- O carteiro então olha para a piscina e vê a Dilma com m... apenas  até a cintura. Irritado diz para o demônio:

- Peraí, meu! Eu roubei, mas também não foi tanta coisa assim! Eu nunca matei ninguém,
nem participei de grupos terroristas, nem assaltei bancos na época da ditadura!

Nunca roubei dinheiro público e nem dei bolsa-esmola pra ninguém! E tem mais, não roubei nem 1% do que aquela senhora ali e ela está com m... até a cintura!

Por que eu tenho que ficar atolado até o pescoço???

O demônio irritado olha para a piscina e diz:
- DILMAAAAAAAA!
- DESÇA JÁ DOS OMBROS DO LULA!

A verdade sobre o falso líder assassinado no Pará


PAULO BASTOS COMENTA

É muito comum aqui no Pará a mídia transformar bandidos em vitimas inocentes.
Na maioria das vezes são  arruaceiros e maus elementos que fomentam a discórdia na zona rural, como era o caso da tal da irmã Dorothy Stang, uma agitadora de carteirinha. Não que eu seja a favor de alguém eliminar alguém sob  qualquer pretexto, muito pelo contrário, mas este ” caras”  que morreram não são tão inocentinhos como querem fazer crer.
E, é o Pará é que fica com fama de violento, pôr toda esta camarilha de gringos e agitadores nacionais e estrangeiros que  para cá vem.


Saborei o texto abaixo:

Sabem aquele “líder” social assassinado no Pará? Era um fugitivo do Maranhão, vivia com nome falso e praticava crimes em assentamentos

Escrevi aqui no dia 3, e foi uma chiadeira danada, que a tal “escalada” de assassinatos contra líderes de movimentos sociais era uma invenção do governo, uma tentativa de usar cadáveres para testar uma agenda positiva, uma forma meio calhorda de “mobilizar” a sociedade para atacar a mudança no Código Florestal, como se uma coisa tivesse relação com a outra. A tal escalada se provaria com um assassinato em Rondônia e quatro no Pará, incluindo o do casal de sedizentes “ambientalistas” Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo. Por que “sedizentes”? Porque estavam metidos em disputa por posse de lotes em assentamento. Cláudio era, quando menos, cúmplice num assassinato. Estava, também ele, armado, em companhia do irmão, quando este matou um outro assentado chamado “Pelado”. Nesse caso, a imprensa nem sabe o nome do morto porque, afinal, a vítima não era um “líder social’. O governo da petista Ana Júlia Carepa levou mais de um ano para abrir um inquérito.  Adiante.
Não se tem uma só evidência ainda de que Adelino Ramos, em Rondônia, tenha sido assassinado por causa de conflito de terra. Um dos quatro do Pará, soube-se logo no segundo dia, nada tinha a ver com questões agrárias. Investiga-se a morte do casal, que estava em conflito com os próprios assentados. Sobrou um caso,  o de Marcos Gomes da Silva, que mereceu grande destaque na imprensa. Pois bem, reproduzo reportagem publicada ontem no Portal ORM, do Pará. Marcos era presidiário foragido do Maranhão, não era militante dos “movimentos sociais” e , feito um Zé Dirceu do crime comum, vivia com nome falso: nem sua mulher conhecia sua verdadeira identidade. A notícia, naturalmente, foi praticamente omitida pela chamada “grande imprensa”. O “ambientalismo” e o “sem-terrismo” que tomam conta das redações esconde o que não interessa à causa. Segue, abaixo, a história do herói.
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Homem morto no Pará era fugitivo do Maranhão
O homem morto no dia 1º de junho, na estrada que da acesso ao Assentamento Sapucaia, em Eldorado dos Carajás, município do sudeste do Pará, usava nome falso e era foragido da Justiça do Maranhão. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (8), depois da localização de familiares da vítima em Bom Jardim, localidade da zona rural maranhense. Identificado na ocasião como um lavrador de nome Marcos Gomes da Silva, na verdade ele se chamava João Vieira dos Santos, tinha 33 anos e nasceu no município de Zé Doca, no Maranhão. Ele respondia naquele Estado pelo assassinato de Francisco das Chagas de Albuquerque França, morto a pauladas em 2001.
Na época, João chegou a ser preso, mas fugiu da Delegacia de Zé Doca junto com outros dois presos, em outubro de 2003. No mês da fuga ele havia sido pronunciado pela Comarca Judiciária de Bom Jardim pela autoria do crime. Conforme as investigações, ele fugiu do Maranhão e seguiu para o Estado do Pará, onde passou a viver com nome falso e a morar em diversas cidades, como Goianésia, Tailândia e Marabá, até chegar a Eldorado dos Carajás, há cerca de dois anos.
A identificação foi feita através de fotos. O termo de reconhecimento foi assinado pelo irmão de João. Ouvida em depoimento, a companheira de João, Maria Francisca Silva César, disse que ele não possuía documentos e apenas se identificava como Marcos.
Tatuagens
Também natural do Maranhão, a mulher garantiu que não sabia de qualquer envolvimento do companheiro em crimes naquele Estado. As suspeitas de que a vítima seria fugitivo começaram ainda durante o exame de necropsia no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Marabá. O delegado Silvio Maués, diretor de Polícia do Interior, explicou que as três tatuagens encontradas no corpo da vítima levavam a crer que se tratava de um presidiário.
Essas informações foram confirmadas depois que uma equipe da Polícia Civil de Capanema, nordeste paraense, sob o comando do delegado Vicente Gomes, foi ao Maranhão localizar familiares do morto. Os policiais conseguiram uma foto, na qual João Vieira dos Santos aparece algemado durante a reconstituição do homicídio pelo qual respondia. Também foi decisiva para a identificação do morto a coleta de impressões digitais feita no CPC Renato Chaves em Marabá, onde foi possível encontrar a ficha de identificação, certidão de nascimento e o registro em cartório dele na Comarca de Bom Jardim.
Durante as investigações, duas testemunhas ouvidas em depoimento relataram que a vítima era envolvida em crimes na região do Assentamento Sapucaia, onde vivem 26 famílias. Uma das pessoas chegou a ser assaltada por ele. João também é acusado de roubos a caminhões de transporte de cargas.
Para o delegado Rilmar Firmino, já existem linhas de investigação sobre o motivo do assassinato de João Vieira dos Santos. A causa mais provável é vingança. No dia do crime, a vítima foi baleada pela manhã e socorrida por uma moradora do Assentamento. À noite, enquanto ele era levado até o hospital municipal de Eldorado do Carajás, o veículo foi interceptado na estrada por dois homens armados. Os ocupantes foram obrigados a descer do veículo e João foi levado e morto. As investigações do crime prosseguem para identificar e prender os autores.
Por Reinaldo Azevedo

sábado, 25 de junho de 2011

A nova Chefe da Casa Civil - Competência é outra coisa

OLA SÓ A PEROLA QUE ACHAMOS NOS BLOG DA VIDA
 
 
http://livrepapo.blogspot.com/2011/06/sobre-nova-chefe-da-casa-civil.html
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Relato de jornalista amiga e de confiança que mora em Curitiba.
 
NÃO CAIA NESSA, AVISE TODOS QUE PUDER, É SÓ FACHADA!!!
 
Conheço a  Gleisi  há muitos e muitos anos. A mãe dela mora (e ela também morava) a 3 casas da casa da minha mãe, e a história dela é a seguinte:
Advogada formada por uma faculdade de quinta aqui no Paraná, rebelde e sempre metida nas questões sociais – não com o intuito de ajudar, e sim se sobressair pela polêmica e rebeldia, ser notada. Advogada de porta de cadeia (verdade), disposta a tudo para “vencer na vida”. Manja o estilo?
Bem, o tempo passou e a moça casou-se com um moço simples e de família, tipo CDF, concursado do Banco do Brasil. Por competência, o moço (e a moça) foi transferido para Brasília, onde o casal acabou indo morar temporariamente (de favor) no apartamento funcional do Sr. Paulo Bernardo.
Bem, adivinhe o que rapidamente aconteceu com o marido competente, gordinho, mas sem muita expectativa de um futuro meteórico? Um par de chifres.
Pobre Sr. Paulo Bernardo, andava tão solitário naquele enorme apartamento em Brasília...
Coincidentemente, após a união com esse senhor, a carreira política da moça deslanchou, apesar dos fatos completamente irrelevantes de falta de competências, experiências, formação acadêmica, etc., etc., que afinal só são exigidos mesmo dos reles mortais.

Mas, para quem tem padrinhos como os que ela tem todo o resto, inclusive ética, idoneidade, caráter, etc., também são totalmente dispensáveis...

Ela não foi prefeita de Londrina ou qualquer outra cidade. Lá ela ocupou um cargo de Secretária Municipal, de onde foi alçada a Diretora Executiva da Itaipu Binacional!!!

Lá pelo jeito, o requisito principal era a “discrição administrativa”, se é que você me entende... Na época, o presidente da empresa era o Samek, outro petistazinho arruaceiro que adorava causar tumultos aqui pelo Paraná...
Amiga, a Gleisi não passa de uma LARANJA do marido dela e da gangue do Lula, da Dilma, do Temer e de toda essa corja, que está enchendo os bolsos de dinheiro e lesando os cofres públicos bem diante de nossos olhos!

A estratégia dela sempre foi essa, a de parecer meiga, preocupada com as diferenças sociais  e ávida por ajudar a lutar pelos menos favorecidos...

Nas disputas políticas das quais ela participou aqui no Paraná o enfoque foi sempre esse: falar baixo, jamais realçar o fato de ser esposa do então ministro, apresentar-se como uma submissa servidora do presidente Lula – que por sua vez nunca falou muito nela. Tudo isso foi sempre muito bem blindado pelo PT.

O objetivo foi sempre tê-la como uma marionete, articulada pelo marido e outros manda-chuvas...
Se isso ainda for pouco para que você trace um perfil da moça, um conhecido nosso testemunhou a entrega de uma maleta com 1 milhão de dólares para ela... e não faz muito tempo...
Ela mora atualmente no prédio que fica exatamente nos fundos do meu escritório. Apesar de bem localizado os apartamentos são bem pequenos e acanhados para uma dupla tão dinâmica. Só fachada, mais uma vez...
Confira nos próximos meses a carreira desta personagem.

A Copa da Roubalheira

O artigo Festa Macabra, de Demétrio Magnoli e Adriano Lucchesi, implode a farsa montada em parceria por escroques encastelados na FIFA, supercartolas que saqueiam o País do Futebol desde o século passado, corruptos acampados em ministérios, vigaristas promovidos a chefes de governo e políticos de quinta, todos patrocinados por empreiteiros que só não vendem a mãe quando a mercadoria já morreu. Copa do Mundo é o nome oficial da coisa. Podem chamá-la de Copa da Roubalheira que ela atende.

Festa macabra

ARTIGO PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA QUINTA-FEIRA

Demétrio Magnoli e Adriano Lucchesi
“Há uma percepção crescente de que a aritmética da Copa do Mundo é um tanto instável”, escreveu o Times de Johannesburgo um mês depois do triunfo da Espanha nos campos sul-africanos. “Temos estádios em excesso para nosso próprio uso. Talvez devêssemos exportar estádios para o Brasil, que fará sua Copa do Mundo?”. A constatação estava certa; a sugestão, errada. O Brasil, país do futebol, terá o mesmo problema que a África do Sul, país do rúgbi. Aqui, como lá, a festa macabra da Fifa é um sorvedouro implacável de recursos públicos.
Mafiosos usam a linguagem da máfia. Confrontado com evidências de corrupção na organização que dirige, Sepp Blatter avisou que tais “dificuldades” seriam solucionadas “dentro de nossa família”. As rendas de radiodifusão e marketing da Fifa ultrapassaram os US$ 4 bilhões no ciclo quadrienal encerrado com a Copa da África do Sul. O navio pirata já se moveu para o Brasil, onde a Fifa articula com seus sócios a rapina seguinte.
O brasileiro João Havelange planejou a globalização do futebol, expandindo a Copa para 24 seleções, em 1982, e 32, em 1998. Blatter concluiu a transformação, rompendo a regra de rodízio de sedes entre Europa e América. Como constatou a Sports Industry Magazine, sob um processo milionário de licitação do direito de hospedagem, as ofertas nacionais assumiram “a forma de promessas de mais e mais pródigos novos estádios para os jogos e novos hotéis luxuosos para uso dos dirigentes da Fifa e de fãs endinheirados”. A Copa é um roubo: as despesas são pagas com dinheiro público, de modo que a licitação “constitui, de fato, um esquema de extração de renda concebido para separar os contribuintes de seus tributos”.
O saque decorre da conivência de governos em busca de prestígio e de negociantes em busca de oportunidades. Na Europa a rapinagem é circunscrita por uma cultura política menos permeável à corrupção e pela existência prévia de modernas infraestruturas hoteleiras, esportivas e de transportes. Por isso a Fifa seleciona seus próximos alvos segundo critérios oportunistas de vulnerabilidade. Encaixam-se no perfil África do Sul e Brasil, países emergentes que ambicionam desfilar no círculo central do mundo, assim como a semiautoritária Rússia, sede de 2018, e a monarquia absoluta do Qatar, que bateu a Grã-Bretanha na disputa por 2022.
Antes das Copas, consultores associados às redes mafiosas produzem radiosas profecias sobre os efeitos econômicos do evento. Depois, quando emergem os resultados efetivos, eles já estão entregues à fabricação de ilusões no porto seguinte. A África do Sul gastou US$ 4,9 bilhões em estádios e infraestruturas, que gerariam rendas imediatas de US$ 930 milhões derivadas do afluxo de 450 mil turistas, mas só arrecadou US$ 527 milhões dos 309 mil turistas que de fato entraram no país.
O verdadeiro legado positivo da Copa de 2010 foi a mudança de paradigma no sistema de transporte público urbano, pela introdução de ônibus, em corredores dedicados, e do Gautrain, trem rápido de conexão com o aeroporto de Johannesburgo. Os ônibus enfrentavam selvagem resistência dos sindicatos de operadores de peruas, superada pelo imperativo urgente do evento esportivo. O Gautrain serve exclusivamente à classe média, com meios para adquirir bilhetes cujos preços excluem a população pobre. Mas o argumento de que sem uma Copa, não se realizariam obras necessárias de mobilidade urbana equivale a uma confissão de incompetência da elite dirigente.
Eventos esportivos globais tendem a gerar ruínas urbanas, mesmo em países mais inclinados a zelar pelo interesse público. Japoneses e sul-coreanos ainda subsidiam a manutenção das arenas da Copa de 2002. As dívidas contraídas para as obras da Olimpíada de Atenas e da Eurocopa de 2004 aceleraram a marcha rumo à falência da Grécia e de Portugal. A África do Sul incinerou US$ 2 bilhões na construção e reforma das dez arenas da Copa. Todas, com exceção do Soccer City, de Johannesburgo, usado para jogos de rúgbi e shows, figuram hoje como monumentos inúteis, conservados pela injeção de dinheiro público. A Cidade do Cabo paga US$ 4,5 milhões ao ano pela manutenção da arena de Green Point, erguida ao custo fabuloso de US$ 650 milhões e usada apenas 12 vezes depois da Copa. Lá se desenrola um melancólico debate sobre a alternativa de demolição do icônico estádio, emoldurado pela magnífica Table Mountain.
O Brasil decidiu ultrapassar a África do Sul. Aqui, serão 12 arenas, a um custo convenientemente incerto, mas bastante superior aos dispêndios sul-africanos. As futuras ruínas já drenam vultosos recursos públicos, mal escondidos sob as rubricas de empréstimos do BNDES e subsídios estaduais e municipais. O governo paulista prometeu não queimar o dinheiro do povo na festa macabra da Fifa, mas o alcaide Gilberto Kassab assinou um cheque público de US$ 265 milhões destinado ao estádio do Corinthians. São 16 centros educacionais, para 80 mil estudantes, sacrificados por antecipação no altar de oferendas às máfias da Copa. O gesto de desprezo pelas necessidades verdadeiras dos contribuintes reproduz iniciativas semelhantes adotadas, Brasil afora, por governos estaduais e municipais.
Segundo a lógica perversa do neopatriotismo, a Copa é um artigo de valor só mensurável sob o prisma da restauração do “orgulho nacional”. De fato, porém, a condição prévia para a Copa é a cessão temporária da soberania nacional à Fifa, que assume funções de governo interventor por meio do seu Comitê Local. O poder substituto, nomeado por Blatter, já obteve o compromisso federal de virtual abolição da Lei de Licitações e pressiona as autoridades locais pela revisão das regras de concorrência pública. Malemolentes, ao som dos acordes de um verde-amarelismo reminiscente da ditadura militar, cedemos os bens comuns à avidez dos piratas

quarta-feira, 22 de junho de 2011


APRENDA A TER UM INFARTO FELIZ!

ISSO MAIS PARECE SER AMIGO DA ONÇA, MAS É A MAIS PURA VERDADE! INFELIZMENTE... MAS SERÁ QUE VOCE QUER TER UM?

DOZE CONSELHOS
PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!
Dr. Ernesto Artur - Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.
1. Cuide de seu trabalho antes de tudo.  As necessidades pessoais e familiares são secundárias. 2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.. 7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo. 11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.
Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que voce não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!

IMPORTANTE:

OS ATAQUES DE CORAÇÃO Uma nota importante sobre os ataques cardíacos..
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram... Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo. Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (192, 193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se  numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!
Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este e-mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida !

 
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"O menor virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte; eu o Senhor, apressarei isso a seu tempo." Isaias 60.22

terça-feira, 21 de junho de 2011


ANÁLISE DIPLOMACIA BRASILEIRA
Novo capitalismo do Brasil inspira receio regional

Sem condições de impor sua vontade à força na região, país tem que demonstrar ganhos para quem o seguir

A política regional da China, forçada a tranquilizar vizinhos mais fracos, é exemplo inspirador

MATIAS SPEKTOR
ESPECIAL PARA A FOLHA

A expansão da economia brasileira na América do Sul está transformando o ambiente estratégico do país, que tende a ser mais temido e menos amado por seus vizinhos. O receio regional diante do novo capitalismo brasileiro conquistou adeptos e veio para ficar.
Nas capitais sul-americanas teme-se que o Brasil imponha as regras do jogo que mais lhe convém, aumentando ainda mais a assimetria entre as partes e assim aprofundando a dependência econômica.
Vendo seu ciclo econômico sincronizado com o brasileiro, esses países sentem uma perda real de espaço de manobra. Por isso, desconsiderar a preocupação deles como mera bravata é um equívoco de grandes proporções.
Ignorá-la pode custar caro para um Brasil cuja economia está cada vez mais exposta aos riscos de uma vizinhança que não controla.
O sucesso dos agentes econômicos brasileiros na região requer um ambiente estável e previsível. É essencial, portanto, ganhar a aceitação daqueles povos e governos. Para lidar com essa realidade o Brasil precisará desenvolver novos instrumentos.
No passado recente, por exemplo, bastava patrocinar instituições regionais que oferecessem aos vizinhos uma plataforma de negociação ou um balcão sobre o qual apresentar demandas.
Esses mecanismos hoje não dão conta do recado.
Não há alternativas fáceis. O Brasil não tem condições nem apetite para impor sua vontade à força.
Tampouco contempla ganhar o consentimento de seus vizinhos cedendo parcelas de soberania a entidades supranacionais, como o faz a Alemanha. A solução talvez passe por deixar claro que há ganhos para quem seguir o Brasil a reboque.
Para isso, seria necessário aumentar dramaticamente a oferta de cooperação técnica, promoção cultural e intercâmbio educacional.
Seria preciso estudar as opiniões públicas dos países onde há mais interesses em jogo e desenhar estratégias de comunicação que possam reverter o deterioro da imagem brasileira. A política regional da China, forçada que é a tranquilizar seus vizinhos mais fracos, oferece um exemplo que serve de inspiração.
Não se trata de adotar uma ªdiplomacia da generosidadeº nem de dobrar interesses brasileiros aos de terceiros.
Ao contrário, trata-se de atentar para as sérias implicações estratégicas inerentes ao nosso processo de ascensão.
postagem tirada de :Matias Spektor
, doutor pela Universidade de Oxford, é coordenador do Centro de Relações Internacionais da FGV (http://cpdoc.fgv.br/ri)




        COMENTÁRIO DO DIA

A reportagem acima só confirma a necessidade de que Tenhamos as nossas Forças Armadas em condições de dissuadir os nossos inimigos e garantir a soberania nacioanal.

Não podemos esquecer que em julho de 2007, o “aloprado”  Evo Morales, presidente da Bolívia, com o apoio do “megalomaníaco“ presidente venezuelano, Hugo Chávez, declarou a nacionalização das instalações e da  Petrobrás na Bolívia.
Acredito que se o Presidente da Republica fosse outro qualquer outro que não o venal do LULALá isto não teria ficado assim. Deste episódio conclui-se que a nossa diplomacia agiu contra os interesses do Brasil.
Bastava que o Comandante-em-chefe (como gostava de ser tratado o energúmeno) e seu teatral ministro da defesa, tivessem ordenado um simples exercício nas fronteiras com a Bolívia, por exemplo na região de Corumbá-MS, com o deslocamento da Brigada Paraquedista em peso (idem Batalhão de Forças Especiais e destacametos de comandos),  duas ou três Brigadas de Infantaria de Selva, com apoio aéreo da Brigada de Aviação do Exército ( uidades dotads de helícoptéros de reconhecimeto, transporte de pessoal e ataque) e Força de reconhecimento e ataque da FAB, assim como uns dois batalhões de fuzileiros navais, bastaria para mostrar para o “índio” Morales que o “buraco era mais embaixo.

Como nada foi feito os bolivianos deitaram e rolaram em cima do Brasil, com a benção do nosso “líder maior” que ficou mudo e fez cara de morto. O “cara” deveria ter sido denunciado por crime de responsabilidade por ter negligenciado das suas funções e trabalhado contra o interesse nacional. Ele que deveria ser o principal defensor dos interesses do Brasil, abençoou uma ação de rapinagem contra o patrimônio nacional, pois a PETROBRAS que é uma empresa de economia mista  tem como maior sócio o povo brasileiro.
20.06.2011 - PAULO BASTOS